HQC
Por: Zama
1 - Performance
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Velocidade - 40 km/h
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Autonomia - 26 km
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Inclinação - 20 %
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Motor - 7065 de 600 watts
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Importante - números médios para os 3 primeiros indicativos, tendo oscilações dependendo da altimetria do percurso e peso do rider
2 - Composição
Percebendo o sucesso de sua compatriota Walnutt, a importadora francesa agiliza sua fonte em Shezhen e coloca em prática o HQC com o mesmo sistema de leitura corporal para movimentação do esk8.
O shape também recebe atenção e embora permaneça com os mesmos 97 centímetros dos outros modelos proposto pela Teemo, o desenho sofre uma pequena alteração na largura.
Esta mudança ocorre em função do invólucro (enclosure), definidamente com formato diferenciado, para poder acomodar melhor o novo sistema elétrico-eletrônico.
3 - Capacidade
O acabamento do HQC é exatamente semelhante aos outros produtos Teemoboard. O que difere, além do sistema de leitura corporal é conjunto de alimentação e controle de motores.
O módulo de bateria continua sendo disposto em 10 séries de 2 células cada, porém utiliza a Sanyo GA de 3.300mAh, produzindo 6,6 amperes e fornecendo 238 watts hora. Isso faz com que o modelo tenha em média 2 quilômetros a mais de autonomia que o M-2 da mesma e-brand chinesa.
Embora seja movido pelos pés, o enxoval vem com um controle remoto também, caso o rider não se adapte ao sistema. Rodas, trucks e motores permanecem os mesmos do M-2, proporcionando velocidade máxima em torno de 40 km/h.
4 - Valor
Trezentos e noventa e nove dólares americanos é o que pede a importadora francesa pelo modelo HQC, um pouco mais caro que o M-2 justamente por oferecer mais autonomia e o sistema corporal de leitura.
Teemo HQC (acesse)
SHAPE: 96,52cm
VOLTAGEM: 36
CÉLULA: SANYO GA
AMPERAGEM: 6,6
MÓDULO: 10S2P - 238 watts hora
PESO: 7,26Kg
POTÊNCIA: 2x 600w
TRUCKS: Mono King Pin - 220mm
RODAS: STREET 90mm
5 - Avaliação
Os riders elogiaram positivamente o produto satisfeitos pelo valor que realmente agrada. É o discurso que sempre mantemos aqui que quando não se investe para desenvolver a tecnologia, fica fácil jogar o custo lá embaixo e gozar apenas dos lucros. No entanto esta é a lei do mercado, vezes injusta, mas o consumidor não tem nada a ver com isso e parte pra decidir o que irá satisfazer mais suas necessidades financeiras.
As primeiras impressões também relatam elogios relacionados ao conforto oferecido pelo shape, velocidade e desempenho, principalmente em inclinações mais acentuadas.
Os aspectos mais criticados ficam por conta do módulo de bateria, que obviamente é bastante limitado, mesmo sendo um longboard grande que poderia oferecer algo melhor. Também levantam a questão da resistência à água, que passa a ser nula após algum tipo de manutenção necessária no conjunto eletro-eletrônico.
Quanto ao serviço dedicado ao consumidor a interação tem notas elogiáveis, com comunicação ativa e atenção esperada. No entanto, a empresa peca ainda com demoras na logística e extravio de produtos.