X-Plore
Por: Zama
1 - Performance
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Velocidade - 27 km/h
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Autonomia - 13 km
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Inclinação - 10 %
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Motor - 7065 de 350 watts
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Importante - números médios para os 3 primeiros indicativos, tendo oscilações dependendo da altimetria do percurso e peso do rider
2 - Composição
Desenhos alegres, cores alternativas e não é difícil imaginar o público que a importadora Blitzart busca. Mesmo porque sua configuração não permite outro alvo.
O shape possui o mesmo tamanho do co-irmão Hurricane com noventa e seis centímetros e talvez consideráveis milímetros a mais no centro. A estrutura é idêntica com 2 camadas de bambu e 7 de maple canadense, com resistência prevista para mais de 100kg.
Nada muda na roda, que com cores sortidas é composta de poliuretano e fórmula 83A de dureza, tendo 90 milímetros de diâmetro.
3 - Capacidade
O Blitzart Xplore impressiona pelo nariz frontal, bem alongado e seu extenso invólucro que acomoda o conjunto eletroeletrônico, fazendo lembrar aquele do Liftboard.
A composição de alimentação utiliza a mesma célula Samsung 20R do Mini Flash, porém disposta como o Hurricane em 10 séries de 2 paralelas cada, produzindo 4 amperes e 144 watts hora. Essa composição é capaz de disponibilizar algo em torno de 13 quilômetros de autonomia.
Também tracionado por monomotor embutido de 350 watts, é capaz de propor velocidade máxima aproximada de 27 km/h e no máximo atingir inclinações de 10 graus.
4 - Valor
Não muda muito no custo, sendo comercializado pelo preço de duzentos e noventa e nove dólares americanos, dentro da faixa de valores praticados pelas compatriotas chinesas que brigam pelo mesmo nicho de mercado.
Blitzart X-Plore (acesse)
SHAPE: 96,52cm
VOLTAGEM: 36
CÉLULA: SAMSUNG 20R
AMPERAGEM: 4,0
MÓDULO: 10S2P - 144 watts hora
PESO: 5,90Kg
POTÊNCIA: 1x 350w
TRUCKS: Mono King Pin - 184mm
RODAS: Street 90mm
5 - Avaliação
O controle remoto continua sendo um ponto preocupante segundo os riders proprietários do Blitzart Xplore. Sua fragilidade e qualidade questionável compromete a durabilidade, porém a perda de sinal com a controladora frequentemente, é o que mais preocupa.
As experiências com o suporte ao cliente parecem ser variadas. Problemas com distribuidores do eboard são os mais críticos, entretanto, como a empresa chinesa tem sede na California, pra os americanos isso se ameniza, resultando um serviço mais confiável.