S2
Por: Zama
1 - Performance
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Velocidade - 37 km/h
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Autonomia - 16 km
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Inclinação - 15 %
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Motor - 7065 de 250 watts
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Importante - números médios para os 3 primeiros indicativos, tendo oscilações dependendo da altimetria do percurso e peso do rider
2 - Composição
De propriedade de Guohui Quin, a Skullboard aproveita a influência de Honk Kong através do Reino Unido para colocar em prática sua importação de skateboard elétrico e distribuir pelo mundo.
Embora bastante simples, o padrão de acabamento, este modelo S2 possui pouco mais de 7 quilos. O shape em 7 camadas com maple canadense e fibra de vidro, é o intermediário da série, possuindo quase 92cm.
As rodas robustas de 105mm tem aspecto de formula, embora é destacada para todo terreno. É produzida com alta elasticidade em poliuretano.
3 - Capacidade
O modelo é proposto em dois tipos de modulo de bateria. Diferem-se pelas células, influenciando evidentemente, nas respectivas performances.
Composto em 10 séries de 2 paralelas quase, modelo padrão exercido por quase todas compatriotas chinesas, a primeira opção traz as élulas Samsung 30Q, produzindo 6A e proporcionando 216 watts hora. Isso faz com que o eboard tenha autonomia de aproximadamente 16 quilômetros.
A outra é formada por células Sanyo 20700A, gerando 6,4A, o que proporciona 230 watts hora. A autonomia desse conjunto eleva-se então para em torno de 24 quilômetros.
4 - Valor
Procede o mesmo valor dos demais produtos da Skullboard, já que a única diferenca entre eles é o shape.
O preço por um exemplar é dos mesmos quinhentos e noventa e nove dólares americanos.
Skullboard S2 (acesse)
SHAPE: 91,44cm
VOLTAGEM: 36
CÉLULA: SAMSUNG 30Q
AMPERAGEM: 6,0
MÓDULO: 10S2P - 216 watts hora
PESO: 7,71Kg
POTÊNCIA: 2x 250w
TRUCKS: Mono King Pin - 190mm
RODAS: STREET 105mm
5 - Avaliação
O S2, bem como os outros modelos muito parecidos da Skullboard, é elogiado pela performance de suas rodas que traz um mix de allterrain com aquelas de veículos esportivos.
No entanto a composição do skateboard elétrico é bastante rudimentar, o que torna o produto vezes desconfortável, principalmente em terrenos irregulares, devida a falta de flexibilidade do shape e o cubo da roda.
Observou-se que as rodas de borracha apresentavam problemas potenciais, incluindo vibração devido ao padrão da banda de rodagem e desconforto causado pelo grande cubo de alumínio.
Embora o controle remoto seja funcional, alguns riders notaram a falta de recursos avançados, como a possibilidade de alternar entre os modos de condução.