Juiced Board
Por: Zama
1 - Performance
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Velocidade - de 27 a 32 km/h
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Autonomia - 11 km
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Inclinação - de 9 a 15 %
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Motor - 6055 de 205 watts
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Importante - números médios para os 3 primeiros indicativos, tendo oscilações dependendo da altimetria do percurso e peso do rider
2 - Composição
A criatura dos canadenses Matti Deacon e Edward McIntyre sai do ovo depois de obter através de fundo coletivo no Indiegogo, arrecadando mais de duzentos e cinquenta mil dólares para colocar o projeto em ação.
Sugere uma versão de entrada com mono motor de duzentos e cinco watts e outra diferenciada apenas pela adição de outro. Tanto o modelo de entrada quanto o dual de tração dupla possuem as mesma bateria, rodas, shape e trucks.
3 - Capacidade
As rodas provavelmente a empresa canadense deva ter fechado com a mesma fornecedora I-Wonder, que acredito ter vindo da subsidiada Cloud Wheel. Possui 83 milímetros e composição de dureza 80A, como de praxe são oferecidas em configurações similares.
O controle remoto é idêntico aos genéricos oferecidos por exemplo, pela Maitech, para montagem de eboards artesanais DIY. O shape possui o mesmo desenho do da Boosted, porém composto de maple canadense em sete camadas entrelaçadas com fibra de vidro.
O motor selado dentro das normas IP65 de 205 watts, proporciona ao modelo mono escalada até 9% de inclinação, enquanto o dual 15%. Seu módulo de baterias é composto em 10 séries de uma única célula entregando 94 watts hora.
4 - Valor
O custo dos modelos também são parecidos aos praticados por aquelas que comercializam produtos muito parecidos, senão iguais.
A versão com único motor é vendida por quatrocentos e quarenta e nove dólares americanos, enquanto a dual por U$ 599.
FICHA TÉCNICA
SHAPE: 102,87cm
VOLTAGEM: 36
BATERIA: LG GBM26
AMPERAGEM: 2,6
CONEXÃO: 10S1P de 94 watts hora
PESO: 5,44 a 5,90Kg
POTÊNCIA: 1x 205w | 2x 205ww
TRUCKS: Mono King Pin - 250mm
RODAS: Street 88mm
5 - Avaliação
A Juiced Boards enfrentou alguns problemas impactantes no começo de suas operações. Os lotes do modulo de bateria vieram com as peças apresentando uma série de defeitos, e a própria configuração relativamente frágil, intensificou esta questão.
Riders também reclamaram da falha ou perda de comunicação do controle remoto, que por ser genérico e comutável com diferentes ESC para confecção de eboards artesanais, não apresentava uma conexão fidedigna.
O shape não era tão flexível como divulgado comumente pela canadense Juiced Boards, causando desconforto nos rolês sobre pavimentos mais irregulares.