SK-A3
Por: Zama
1 - Performance
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Velocidade - 31 km/h
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Autonomia - 16 km
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Inclinação - 9 %
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Motor - 5055 de 1200 watts
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Importante - números médios para os 3 primeiros indicativos, tendo oscilações dependendo da altimetria do percurso e peso do rider
2 - Composição
Sabiamente a construtora chinesa de Zenhay encontra uma alternativa para a relação que alimentava o então SK-A1, suplantado pelo A2.
Para dar uma impressão de produto novo, apenas trocam o shape, um pouco mais comprido, com dez centímetros a mais em relação ao SK-A2 e também A1.
O deck é composto de nove camadas de maple canadense, tem uma resistência um pouco menor para no máximo 100kg de carga, e ganha um tail que ser também como alça de transporte.
3 - Capacidade
Esclarecido a questão, sabemos então que o calcanhar de Aquiles deste eboard é a potência, sua arrancada é fraca e nem preciso dizer que tem dificuldades em terrenos mais angulados.
Consome no máximo 20 amperes, possui um único motor que embora especifique 1200w, fornece apenas 480 watts. A frenagem não é suave, um pouco instável e em determinados momentos parece ter delay.
O ponto positivo é a disponibilidade para a troca rápida de baterias, embora o mecanismo que trava essa mudança parece não ser resistente e com o tempo não se sustentar.
4 - Valor
Quinhentos dólares americanos e como sempre temos visto e comparado, é realmente bem mais em conta em relação aos demais, porém como experiência de rider que já tive com eboards baratos, não durou 400 quilômetros.
Pode não ser o caso, mas os números de performance e potência podem falar mais do que qualquer experiência.
FICHA TÉCNICA
SHAPE: 76,20cm
VOLTAGEM: 22,2
BATERIA: LG MF1
AMPERAGEM: 4,3
CONEXÃO: 6S2P - 95 watts hora
PESO: 4,99Kg
POTÊNCIA: 1x 1200w
TRUCKS: Mono King Pin - 240mm
RODAS: Street 83mm
5 - Avaliação
O produto prevê um ano de garantia, como norma talvez até de conduta ao consumidor imposta pela maioria dos mercados. No entanto a bateria é de apenas seis meses, e por aí é preciso já ficar atento.
Claro que é um item bastante delicado, mas ele sozinho é dono de quase setenta e cinco por cento to do custo de um eboard, e isto posto vale considerar.
Bom lembrar também que a I-Wonder está cada vez mais distante do consumidor final, passando a ter maior relacionamento com as grandes varejistas e consequentemente pedindo para elas assumirem as necessidades técnicas e também de garantia.