Velocidade - 55 km/h
Autonomia - 75 km
Inclinação - 30 %
Motor - 7065 de 1600 watts
Importante - números médios informados pela e-brand, com possíveis oscilações dependendo da altimetria e peso do rider.
A australiana Tranzite resolve impressionar o setor propondo um segundo produto com toque refinado, personalidade e muita ousadia, ajustando alguns fatores.
O eboard mantém o shape com 99 centímetros de comprimento, flexibilidade média, estruturado em camadas de bambu, maple canadense e fibras de carbono.
Devida a experiência ruim proporcionado pelas rodas muito baixas para o tipo de tração proposto no modelo Hybrid, muda então para o sistema allterrain, oferecendo pneus de 150 e 200 milímetros.
Embora não seja pioneira nesta condução denominada também como um tipo de “direct drive” (transmissão direta), a ebrand tem o mérito de pelo menos ser a primeira oferecendo tração diferenciada nesta relação, com razoável potência e um conjunto de alimentação premium.
De fato, o modulo de bateria desta belezura é composto pelas desejadíssimas Molicel P42A de 4200mAh, que dispostas em 12 séries de 4 paralelas cada, são capazes de produzir consideráveis 25,2 ampares, proporcionando 1.089 watts hora. Essa potente formação é capaz de oferecer mágicos 75 quilômetros de autonomia, dependendo do peso do rider e altimetria do percurso.
Para impressionar mais, a Tranzite propõe de maneira inédita no setor, 4 motores trabalhando em conjunto, com 1600 watts de pico cada um, que alcançam inclinações de consideráveis 30% ou pouco mais, além de atingir velocidades máximas em torno de 55 km/h.
Evidentemente, depois de tantas qualidades reunidas em uma só performance, o preço desta super máquina traduzisse a risca todos seus luxuosos detalhes até aqui declarados.
Sendo assim, o Tranzite Roadster AWD é oferecido ao custo exponencial de dois mil oitocentos e cinquenta dólares americanos.
A exemplo de outros casos, temos um produto muito bem acabado que evidenciam elogios voltados para a qualidade de construção, performance e versatilidade, sem dizer o excelente feedback obtido, no atendimento aos respectivos clientes pela ebrand montadora.
Porém, a questão que pesa aqui, mesmo se os esforços foram grandes para corrigir o problema anterior relacionado a exposição dos motores com as rodas menores, é o preço exigido pelo eboard.
Considerando que partimos de uma máquina quase toda produzida com peças de terceiros, muitos ainda preferem buscar soluções próprias através de eboards artesanais, do que pagar o preço pedido pela Tranzite no Roadster AWD.
Deste modo, a empresa australiana tem que se contentar com os riders que não tem condições ou paciência para partir pro DIY (do it yourself), e enquanto conseguirem sobreviver com eles, sua sobrevivência está garantida.