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Metroboard

Metroboard

País: Estados Unidos | Fundação: 2003 | Encerramento: 2020 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | metro-board.com
O engenheiro mecânico Ilan Sabar, apaixonado por skateboard, inspirado por eboards que já rodavam em sua cidade natal Los Angeles, California, decidiu abandonar sua carreira estável na Hewlett-Packard (HP) para se dedicar totalmente ao mundo ESK8.

Por volta de 2003 inicia seus experimentos com o primeiro protótipo, um short de 30 polegadas alimentado com duas baterias de chumbo, um motor de 450 Watts e um controle remoto igual ao de um televisor.

Seu experimento foi tão empolgante, que se não fosse o pai do eboard Lou Finkle patentear o invento em 1997 lançando no ano seguinte a Exkate, certamente Sabar teria tomado seu lugar, mas nem por isso deixa de ser um importante personagem na história ESK8.

Em 2007 Ilan funda oficialmente a Metroboard, porém se locomovendo para cidade de Vancouver, Estado de Washington nos Estados Unidos. No mesmo período faz uma peregrinação incrível em prol de anunciar a cultura eboard através de diversas reportagens televisivas ganhando notoriedade e impulsionando as vendas do seu produto.

Tanto, que um dos seus exemplares veio rodar nas orlas da cidade maravilhosa do Rio de Janeiro em 2010, em vídeo registrado que encontramos nas redes sociais.

Com o sucesso, convida no ano de 2012 então Alan Shibata (outro engenheiro, o ex-colega de trabalho na HP), para se unir a Metroboard e melhorar de maneira considerável os respectivos eboards. A promessa era criar o melhor skateboard elétrico que o dinheiro pudesse comprar.

Durante muito tempo a e-brand foi uma das protagonistas no desenvolvimento e produção de eboards com performances de primeira linha. Tanto que possuía uma linha de suporte ao seu cliente invejável. Dificilmente um consumidor da marca ficava na mão, pois Ilan Sabar em primeira pessoa estava sempre solicito em resolver os problemas.

No ano de 2020 a empresa foi vendida para a Hoyt St, outra e-brand com os mesmos princípios da Metroboard na criação de produtos premium.
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Fiik

Fiik

País: Austrália | Fundação: 2009 | Encerramento: 2018 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | fiikskateboards.com
Fundada na cidade de Ormeau, Austrália pelos irmãos Mathew e Daniel Quinn, se consagrou como uma das marcas pioneiras reconhecidas na comercialização de skates elétricos.

A exemplo de outras empresas com foco na importação, embora tenha tido um carisma muito grande com a comunidade, a Fiik a exemplo de outras e-brands, não tinha foco voltado na produção de eboards, sendo mera comerciante.

Ou seja, importava grandes lotes de eboards da China, colocava seu rótulo e os revendia, mesmo porque as características de seus produtos eram exatamente as mesmas encontradas em diversas partes do globo com rótulos de outras importadoras.

Tanto é, que atualmente nem comercializa mais skateboards elétricos, optando por outros seguimentos de mobilidade, como patinetes, scooters e bicicletas elétricas, a exemplo de importadores semelhantes com o mesmo foco.

Em todos seus nove anos operando com ESK8 porém, comercializou consideráveis 19 eboards. Encerrou suas atividades com skate board elétrico no ano de 2018.
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Evolve

Evolve

País: Austrália | Fundação: 2010 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Ativa | rideevolve.com
A empresa foi fundada pelo entusiasta pelo surf e skateboard Jeff Anning. Inspirada pelas marca tradicionais da California Exkate e E-Glide, o australiano reconfigura a forma de apresentar eboards, deixando-o mais próximo possível do skate raiz, investindo e focando na exclusividade da construção.

Acumula mais de 15 prêmios internacionais devido à sua engenharia inovadora e estética refinada. O principal reconhecimento de design conferido à empresa é o prestigiado Good Design Award, organizado pela Good Design Australia.

Desenvolveu sua própria ESC (Sistema Eletrônico de Controle dos motores), controle remoto e BMS (Sistema de Monitoramento de Bateria), sendo o primeiro sistema integrado de gerenciamento eletrônico de um eboard.

Além disso, de maneira inédita também, introduziu o sistema dual de rodas, possibilitando utilizar dois (ou mais) tipos de rodas em um mesmo eboard, tanto para trafegar em pisos regulares (rodas de skateboard) quanto para aqueles irregulares com pneus (allterrain).

Também é referência única com os trucks supercarver, inovando o setor com o dual kingpin system, que simula com muita precisão os movimentos do surf e snowboard.

Foi a primeira a implementar o deck monobloco de carbono, protegendo de maneira eficaz a parte eletrônica-eletrônica e ao mesmo tempo trazendo discrição para o ebord, deixando-o muito mais próximo do longboard comum.

A marca desenvolveu e lançou o primeiro controle remoto com tela LCD integrada da indústria ESK8. A Evolve mudou isso ao introduzir dados em tempo real direto na mão do usuário.

Suas inovações para o setor foram:

2010 - Sistema eletroeletrônico integrado
2010 - Sistema dual King pin
2014 - Sistema dual de rodas
2015 - Shape monobloco em carbono
2016 - Orientação por tela
2019 - Módulo de bateria flexível
2021 - Sistema air box
2021 - ESC Efoc

Sendo uma das pioneiras do setor, sua evolução se confunde com a própria história do skateboard elétrico, produzindo 24 eboards, sendo referência para as demais concorrentes.
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ZBoard

ZBoard

País: Estados Unidos | Fundação: 2013 | Encerramento: 2019 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | zboardshop.com
A Zboard foi fundada na cidade de Los Angeles, Estados Unidos da América por Ben Forman e Geoff Larson. Lançou seu primeiro produto no ano de 2012, comercializando 3 eboards no período de 7 anos.

Sua inovação para o setor foi:

2013 - Sensor de movimentação por pedal

Encerrou suas atividades com skate board elétrico no ano de 2019.
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Boosted

Boosted

País: Estados Unidos | Fundação: 2014 | Encerramento: 2020 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | boostedusa.com
Uma das mais emblemáticas do setor, transformou o skate elétrico em um meio de transporte viável e desejado mundialmente

Fundada na cidade de Mountain View, Estados Unidos da América por Sanjay Dastoor, John Ulmen e Matthew Tran, foi uma das e-brands mais populares e consequentemente influenciadoras da história do ESK8.

Iniciou sua história através de uma campanha Kickstarter, arrecadando mais de 460 mil dólares em um financiamento coletivo altamente bem-sucedido. Ganhou enorme visibilidade global ao se tornar o meio de transporte icônico do youtuber Casey Neistat.

Seu ponto mais alto foi o lançamento do Boosted Board V2 com bateria intercambiável (extended pack) tendo maior resistência a humidade. Em 2018 chegou ao auge com a linha compacta Mini e o Stealth. Enfrentou problemas com baterias que superaqueciam, forçando um recall que abalou temporariamente as finanças.

A empresa investiu pesado no desenvolvimento do Boosted Rev, um patinete elétrico robusto e caro. Com a mudança de governo e guerra financeira declarada à China por parte do atual presidente Donald Trump, mudando drasticamente as tarifas de importação, e em março de 2020 a empresa demitiu a maioria dos funcionários e fechou as portas.

Detém até hoje o maior faturamento isolado da história do skateboard elétrico, sendo uma das mais queridas dos riders norte americanos.

Suas inovações para o setor foram:

2014 - Controle remoto magnético
2014 - Sistema dual motor
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Epic

Epic

País: Austrália | Fundação: 2014 | Encerramento: 2025 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | epicelectricskateboards.com
Adam Riley, fundador da e-brand de Golden Coast, começou a fazer seus rolês de skate em 1983, quando tinha apenas sete anos de idade. Ele construiu seu primeiro skate personalizado no final da década de 80 e projetou seu primeiro skate elétrico em 1991.

Essa ideia de criar um skate elétrico compacto e dobrável surgiu após assistir um programa de TV sobre patinetes e carrinhos portáteis dobráveis. No entanto, a tecnologia de baterias e motores da época, ainda não permitia produzir algo comercialmente viável e portátil.

Anos depois, ao visitar a Canton Fair na China, percebeu que a tecnologia das baterias em íon de lítio, havia evoluído o suficiente e decidiu que era o momento perfeito para tirar sua ideia da gaveta.

O grande marco da Epic Skateboards foi a invenção do Caseboard (um skate elétrico que dobra ao meio e pode ser carregado como uma maleta/pasta). A ideia resolveu o grande problema enfrentado por skatistas que usavam o transporte público ou precisavam levar o equipamento para o escritório.

Em fevereiro de 2015, Riley levou o seu Caseboard ao programa Shark Tank Austrália, onde impressionou os investidores com o design dobrável e patente pendente. Os juízes reconheceram o potencial prático do invento para a mobilidade urbana, o que ajudou a catapultar o nome da Epic Skateboards no mercado.

O eboard dobrável não chegou a ser divulgado oficialmente em seu endereço eletrônico, evidenciando apenas opções mais robustas, focadas na portabilidade e conveniência para deslocamentos urbanos.

Sua inovação para o setor foi:

2014 - Sistema motorizado 4x4

Comercializando 3 eboards no período de 12 anos, a Epic encerrou suas operações no ano de 2025.
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Mellow

Mellow

País: Alemanha | Fundação: 2015 | Encerramento: 2021 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | mellowboards.com
Johannes Schewe (economista e entusiasta do skateboard) e Kilian Green (engenheiro mecatrônico, ex-funcionário da divisão de engenharia da BMW) decidiram lançar no setor uma inovação que marcaria para sempre a história ESK8.

Sob o conceito “The Endless Ride”, na cidade de Hamburgo, Alemanha criam um sistema de propulsão acoplável em forma de módulo denominado Mellow Drive.

A proposta era permitir que qualquer pessoa transformasse seu shape (deck) favorito de skate ou longboard tradicional em um veículo elétrico de alta performance em poucos minutos.

Para que o este magnífico projeto saísse do papel, era preciso um certo empurrãozinho que todos inventores necessitam: dinheiro. Em maio de 2015 lançam uma campanha de fundo coletivo na crowndfunding Kickstarter na qual foi um enorme sucesso. Arrecadou-se mais de 300 mil euros e então nasceu a Mellow Boards.

Dois motores integrados diretamente dentro das rodas (hub), tornando o eboard muito silencioso, extremamente leve e resistente. Módulos de bateria intercambiáveis com 99 Wh, dentro das normas da aviação para poder embarcar nas aeronaves e um modo de condução inovador onde o rider dava uma força inicial com o pé (remada tradicional) para que o motor mantivesse velocidade de cruzeiro automaticamente.

O problema grande estava no custo. Enquanto marcas concorrentes focavam em skates elétricos completos e mais baratos vindos da China (com peças de menor qualidade, mas acessíveis), a Mellow manteve sua produção estritamente na Alemanha para garantir o selo “Made in Germany” Isso restringiu a marca a um nicho muito elitizado de consumidores.

Entretanto o produto era de qualidade superior, tinha uma durabilidade incrível e cumpria à risca tudo o que a e-brand prometia. Naquela época, isso contava muito, visto que a maioria dos eboards apresentavam problemas com pouco tempo de utilização.

Entretanto, manter o custo padrão para poder entregar toda essa qualidade necessária dificultou a continuidade da e-brand. Para piorar as leis alemãs restringiram a circulação de eboards no país, proibindo sua utilização em vias públicas, mercado importantíssimo para manter a Mellow de pé.

Em 2019, operando com milhões em prejuízo devido às baixas vendas e altos custos operacionais, a Mellow Boards entrou em insolvência. A empresa acabou sendo comprada pela Y源 (Yadea) ou investidores associados focados em mobilidade urbana para absorver as patentes e a tecnologia alemã.

Com a chegada da pandemia de COVID-19, o mercado global de hardware sofreu com a falta de componentes. A nova administração demitiu funcionários, interrompeu o desenvolvimento de novos produtos e parou de vender os kits diretamente ao consumidor.

Por volta de 2021, o site oficial saiu do ar e a Mellow Boards encerrou permanentemente suas operações, deixando o mercado órfão de um dos ecossistemas de engenharia mais refinados que o skate elétrico já viu.
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Inboard

Inboard

País: Estados Unidos | Fundação: 2016 | Encerramento: 2019 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | myinboard.com
Surgiu no berço do skateboard elétrico em Santa Cruz California fundada por Ryan Evans e Theo Cerboneschi.

Após Theo ter sua bicicleta roubada na faculdade, construiu um protótipo de skate elétrico para se locomover e chamou tanta atenção que percebeu ali uma grande oportunidade de negócio.

Indo na contramão das principais e-brands daquele momento que utilizavam eboards com transmissão por correia, a Inboard desenvolve um equipamento com motores embutidos (hub), shape monobloco e bateria substituível remotamente (quick-swap battery). Além disso, é um dos primeiros produtos a ter no próprio shape, iluminação integrada de fábrica.

O empurrão financeiro inicial vem com uma campanha lançada em 2015 no Kickstarter. Na ocasião, a empresa foi batizada como “The Monolith” e bateu sua meta inicial ao arrecadar U$ 100 mil no fundo coletivo.

No ano seguinte surge uma oportunidade ímpar para alavancar substancialmente o negócio. A aparição no famoso programa de TV americano Shark Tank, buscando um financiamento de 750 mil dólares, conseguem selar uma proposta conjunta cm os investidores Kevin O’Lary e Lori Greiner, embora nos bastidores isso não tenha se consoidado. Entretanto, a aparição trouxe uma vitrine interessante para a Inboard e com isso explodem as vendas do M1, obtendo então uma parceria com a Upfront Ventures de U$ 8 milhões.

O declínio da Inboard começou quando a empresa decidiu expandir seu foco para além dos skates. Em 2018, de olho na explosão global de compartilhamento de patinetes (como Bird e Lime), eles anunciaram o desenvolvimento do Inboard G1 Glider, um patinete elétrico premium voltado ao consumidor final.

Em abril de 2019, a Inboard cancelou todas as pré-vendas aos consumidores e devolveu o dinheiro. Eles focaram os recursos em atender exclusivamente a um grande pedido corporativo de uma operadora europeia de patinetes compartilhados.

Apesar do fim repentino, o legado da Inboard permanece forte na indústria: o conceito de motores de cubo (hub motors) integrados e baterias removíveis, popularizado por ela, virou o padrão utilizado pela grande maioria das marcas de skate elétrico atuais.

Sua inovação para o setor foi:

2016 - Sistema hot-swappable
2016 - Iluminação integrada
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Linky

Linky

País: Itália | Fundação: 2016 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Ativa | linkyinnovation.com
Apesar de já termos visto uma história muito semelhante vivida pelo australiano fundador da Epic Adam Riley por volta de 2015, os italianos Paolo Pipponzi, Giovanni Laserra, Cristiano Tardi e Fabio De Minicis, lançaram o que eles chamam ser, o primeiro skateboard elétrico dobrável do mundo.

A história da marca começou na região de Marche, Itália. Este grupo de jovens engenheiros com experiência nos setores automotivo e militar queria resolver o problema do deslocamento urbano de “última milha”. Eles buscavam criar um veículo elétrico potente, mas que pudesse ser guardado facilmente em uma mochila.

A idéia era semelhante ao do australiano. A diferença é que a Linky realmente lançou e oficializou isso publicamente através de um produto comercializável com o nome de Foldable.

A equipe passou mais de dois anos aperfeiçoando e testando exaustivamente um sistema articulado.

Faltava então o capital necessário para colocar a ideia em prática. Isso veio com uma campanha lançada na plataforma Kickstarter arrecadando mais de 80 mil dólares, porém não suficientes para dar a arrancada oficial. A iniciativa falhou principalmente por falta de marketing digital.

Corrigindo o insucesso anterior, com boas estratégias publicitárias, sua segunda tentativa desta vez na Indiegogo, arrecadam mais de U$ 300 mil e finalmente colocam em prática o projeto.

Em 2019, a marca ganhou projeção internacional ao apresentar sua tecnologia patenteada na maior feira de tecnologia do mundo, a CES em Las Vegas. O skate original combinava uma base leve de fibra de carbono e bambu, tração dianteira de motor único e bateria segura para transporte aéreo (dentro das normas da IATA).

A e-brand adotou materiais ecológicos e produção local concentrada em sua oficina própria em Monte Vidon Corrado, Itália.
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Walnutt

Walnutt

País: China | Fundação: 2017 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Ativa | walnutt.com
A Walnutt foi fundada na cidade de Beijing, China por Henri Yik Hang Pang.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2017.
Produziu 5 eboards no período de 9 anos.
Suas inovações para o setor foram:
- Sistema 3D de leitura
- MagBrake
- Sistema Integrado de GPS
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Leiftech

Leiftech

País: Estados Unidos | Fundação: 2017 | Encerramento: 2019 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | leiftech.com
Um grupo de entusiastas e apaixonados pelo snowboard em Brooklyn, NovaYork, decidiu replicar a experiência nas neves na rua durante o ano todo.

Encabeçada pelo inventor Aaron Aders, nasce através de campanha de financiamento lançada na Indiegogo em 2015 a Leif Tech e respectivamente seu produto, primeiramente batizado de Leif eSnowboard. Motivada com o lema “LEIF - Your eSnowboardin for All Seasons”, a chamada contou com cerca de quase cem apoiadores direto, arrecadando 60% a mais dos 100% previsto nas pré vendas.

Em 2018, percebendo que haviam levado o design original ao limite físico, os fundadores decidiram criar um produto totalmente novo do zero. A empresa mudou seu nome oficial para Summerboard.

Sob essa nova marca, eles lançaram rodas internas reformuladas (tecnologia Powerball), tornando o deslize muito mais suave, intuitivo e durável para os iniciantes. A sede operacional também foi transferida para Los Angeles.
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Summerboard

Summerboard

País: Estados Unidos | Fundação: 2019 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Ativa | summerboard.com
Summerboard foi fundada na cidade de Temecula, Estados Unidos da América por Aaron Aders.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2019.
Produziu 1 eboard no período de 7 anos.
Sua inovação para o setor foi:
- Sistema 360 de direção
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Jed Boards

Jed Boards

País: Singapura | Fundação: 2018 | Encerramento: 2023 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | jedboards.com
A história da e-brand é um dos episódios mais controversos e debatidos na comunidade global de skateboard elétrico. O que começou como uma promessa revolucionária de engenharia, transformou-se em um dos maiores casos de vaporware (produtos anunciados que nunca chegaram ao mercado) e frustração no setor.

Fundada pro desenhista industrial Jeremy Bogan, a Jed Boards veio com a promessa de apresentar uma terceira solução bastante interessante de transmissão, que eram então divididas entre aquelas por correia e as embutidas (hub).

Apesar de já estar sendo cogitado e até tendo os primeiros ensaios nos bastidores informais dos skates artesanais (DIY) naquela época, o sistema de transmissão baseado em engrenagens customizadas de alta tecnologia (gear drive), era um dos grandes diferenciais prometidos pela empresa batizado de Jed Drive.

Além disso, o eboard apresentava diferenciais interessantes como a roda livre sem interferência ou resistência magnética, baterias modulares que poderiam ser substituídas (hot-swappable), carregamento rápido em menos de uma hora e finalmente, a tão sonhada conexão integrada GPS, além de outras tecnologias bem interessantes, como ativação automática do eboard por sensibilidade tátil, simplificando e elevando o setor para outro patamar.

A empresa preferiu não abrir campanhas de fundo coletivo do tipo Kickstarter ou Indiegogo, mas sim pedir financiamento antecipado diretamente em seu endereço eletrônico. Esse modelo de negócios é considerado ainda mais arriscado para o consumidor, pois as regras de reembolso são controladas totalmente pelo dono da empresa, sem a proteção ou os termos de uso de uma plataforma terceirizada de crowdfunding. Os skates eram vendidos em duas versões do modelo principal na pré-venda: o Jed Dual (tração em duas rodas) por US$ 1.199 e o Jed AWD (tração nas quatro rodas) por US$ 1.599.

O projeto era fantástico e entusiasmante, mas os primeiros sinais de alerta começaram a pipocar. Discussões na comunidade ESK8 advertiam que a matemática de Bogan não batia, e deste modo colocava os estudos apresentados além do planejamento em cheque, enquadrando-os como charlatanismo. Outro dado alarmante, é que outro projeto, ministrado pelo mesmo Jeremy Bogan, através de campanha financeira parecida, batizado de Boa Wheels - uma roda para skateboard com fórmula chamada de Hemotox de alta qualidade - sofria adiamentos constrangedores.

Durante quase três anos (2018-2020), a Jed Boards através de suas redes sociais postava atualizações com testes de firmware e rodagem do eboard, além de caixas do produto supostamente prontas na fábrica para entrega para então continuar ludibriando seus clientes.

Jeremy Bogan sempre publicava textos longos e técnicos, justificando os atrasos devido a pequenos ajustes técnicos, como por exemplo os de segurança no controle remoto ou ainda na durabilidade das engrenagens. Clientes que pagaram milhares de dólares na pré-venda começaram a perder a paciência pedindo reembolsos dos seus investimentos, os quais eram consistentemente ignorados ou adiados pela Jed Boards.

Por volta de 2020, a fachada desmoronou. A empresa parou completamente de responder aos clientes, o site saiu do ar e as redes sociais foram abandonadas. Membros da comunidade iniciaram campanhas e criaram guias ensinando as vítimas a registrar boletins de ocorrência na polícia de Singapura (onde a empresa mantinha registros financeiros) e acionar os bancos por fraude.

Investigações informais de entusiastas da comunidade ESK8 apontaram que Jeremy Bogan havia se mudado definitivamente para a região de Foshan, na China, deixando para trás centenas de compradores lesados sem o produto e sem seu respectivo dinheiro.
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Exway

Exway

País: China | Fundação: 2019 | Tipo: Construtora | Status: Ativa | exwayboard.com
Fundada na cidade de Shenzhen, China por Chao Zeng e Alejandro Abad Albanez sob o lema "Born for Freedom", com o objetivo inicial de resolver o problema do transporte urbano de curta distância, embora já existissem muitas concorrentes ativas há pelo menos duas décadas corroborando pela mesma iniciativa.

Diferente de outras marcas da época que focavam apenas na engenharia eletrônica, os fundadores da Exway eram skatistas de downhill, o que garantiu que os produtos mantivessem a alma e a sensação de um skate tradicional.

Em 2018 então focou no design fino, como grande diferencial no visual minimalista. A bateria e a controladora ficavam embutidas dentro do próprio shape (deck) de fibra de carbono, tornando-o quase indistinguível de um longboard comum.

No ano seguinte expandiu sua base para o Canadá e em 2020 lançou pela primeira vez um eboard que permitia utiliza dois sistemas de rodas diferenciados, tanto com transmissão por correias, quanto embutido (hub), denominado Riot.

Por se encontrar em um polo estratégico de fornecimento de produtos direcionados ao skateboard elétrico, a maioria das peças de seus eboards são genéricas, como por exemplo a controladora de motores Hobbywing, entre outras.

Deste modo, o design e setups utilizados são muito semelhantes, senão idênticos aos de suas principais concorrentes compatriotas, tendo muito pouca diferenciação.

Produzindo 16 eboards até o momento.

Sua inovação para o setor foi:

2020 - Tração Comutável
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Propel

Propel

País: China | Fundação: 2020 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Ativa | ridepropel.com
A Propel foi fundada na cidade de Weihai, China por Javen Xu.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2020 e desde então produziu 14 eboards até o momento.

Suas inovações para o setor foram:

- Suspensão Independente
- Sistema ADT
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Altered

Altered

País: Estados Unidos | Fundação: 2004 | Encerramento: 2017 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | alteredusa.com
Continuação da Exkate, a empresa absorveu a extinta e-brand para continuar o legado de Louis Finkle (pai do skateboard elétrico) na cidade de Lake Forest, Estados Unidos da América sob a direção de Michael Alfuso.

A Altered passou a utilizar shapes (decks) de marcas consagradas do skate tradicional, como a Dwindle Distribution, além de aproveitar os eixos de torção patenteados da própria Exkate.

A partir do final de 2015, a Altered começou a perder espaço para novas marcas que surgiram por meio de financiamentos coletivos (como a Boosted Boards e outras marcas asiáticas de baixo custo). As novas concorrentes utilizavam baterias de íon de lítio mais leves e motores mais compactos embutidos diretamente nas rodas (hub).

Apesar de ter reduzido drasticamente o ritmo de lançamentos e marketing nos últimos anos, a Altered é lembrada pela comunidade do skate elétrico como a marca que ajudou a tirar a tecnologia das garagens para transformá-la em um produto comercial viável. Seus eixos clássicos Exkate T2 ainda são procurados por entusiastas de projetos de skate "faça você mesmo" (DIY) devido à sua estabilidade e durabilidade.

Encerrou suas atividades pouco tempo depois em 2017, comercializando 19 eboards no período de 13 anos.
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Yuneec

Yuneec

País: China | Fundação: 2014 | Encerramento: 2018 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | shop.yuneec.com
A Yuneec foi fundada na cidade de Honk Kong, China por Tian Yu. Lançou seu primeiro produto no ano de 2014, comercializando 2 eboards no período de 4 anos. Encerrou suas atividades com skate board elétrico no ano de 2018.
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Marbel

Marbel

País: Estados Unidos | Fundação: 2014 | Encerramento: 2016 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | marbelboards.com
Iniciando como startup, lançou campanha de financiamento coletivo em maio de 2014 na crowndfunding Kickstarter, com o objetivo de arrecadar U$ 90 mil, para colocar em prática o que anunciavam ser o eboard mais leve do mundo naquela época.

A iniciativa teve apoio de 542 bakers (investidores), arrecadando mais de U$ 365 mil, pois o Marbel board pesava apenas 4,5 kg mesmo.

Tudo porque utilizava um estrutura monocoque composta por camadas de fibra de carbono e kevlar, tinha apenas 30 milímetros de espessura no seu ponto mais espessos e integrava células de lítio (tecnologia similar as do Tesla) dentro do próprio deck, à exemplo da Evolve.

Radicada na cidade de Tampa, Florida, o CEO e criador intelectual do conceito Matt Belcher deu início então a Marbel Technology, atraindo matérias e reportagens interessantes nos principais veículos de comunicação dos Estados Unidos, o que abriu caminho para a e-brand.

Mas nem tudo é uma mar de rosas, e a transição do protótipo para a fabricação em massa sofreu graves atrasos, frustrando a enorme massa de investidores que esperavam receber o produto ainda em 2024.

Desafios técnicos surgiram no eboard. O design ultrafino que camuflava a eletrônica, gerou problemas de dissipação do calor e falhas técnicas no uso contínuo do produto.

Para poder amenizar toda a má impressão causada, a empresa chegou a reformular o projeto na segunda geração do eboard, tendo melhorias no motor e alcance. Entretanto, a forte concorrência com escala industrial maior sufocaram a startup obrigando-a a encerrar as operações.

A Marbel deixou dívidas financeiras significativas no setor, além de um rastro forte de indignação na comunidade ESK8. A empresa faliu deixando centenas de consumidores e respectivos investidores (Kickstarter) sem reembolso e produto, acumulando enormes prejuízos em duas frentes principais.
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I-Wonder

I-Wonder

País: China | Fundação: 2014 | Encerramento: 2019 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | iwonderpower.com
Shenzhen I-Wonder Power Technology Company Ltd. Uma e-brand que se destaca no setor por sua trajetória no desenvolvimento de peças inovadoras, design de tecnologia e acessórios. Seu foco então é mais aquele de fornecedor do que propriamente dito construtor destacado de eboards.

A história da empresa e de sua linha de skates elétricos é marcada por um salto da fabricação de boards de entrada para a criação de componentes premium usados globalmente, como as rodas Cloudwheel.

Resumindo, no que tange aos eboards completos, está muito mais na retaguarda atuando como fornecedor para importadores colocarem seus próprios rótulos, do que figura principal.

Tanto é, que atualmente não opera mais com produção de eboards em seu nome para não gerar conflitos com os próprios clientes, mantendo apenas as rodas Cloudwheel.

Em toda sua atividade durante 5 anos que operou com produtos completos comercializou 5 eboards.
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Stary

Stary

País: China | Fundação: 2018 | Encerramento: 2024 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | stary.io
A Stary foi fundada na cidade de Shanghai, China por Chen Zhengxiang. Lançou seu primeiro produto no ano de 2016, comercializando apenas ele no período de 8 anos. Encerrou suas atividades com skate board elétrico no ano de 2024.
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Onan

Onan

País: China | Fundação: 2016 | Encerramento: 2020 | Tipo: Construtora | Status: Ativa | onan-booster.com
A Onan foi fundada na cidade de Guangzhou, China por Jason e Aiden Walker.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2016.
Produziu 1 eboard no período de 4 anos.
Encerrou suas atividades com skateboard elétrico no ano de 2020.
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Arc Boards

Arc Boards

País: Singapura | Fundação: 2016 | Encerramento: 2020 | Tipo: Montadora | Status: Encerrada
Fundada por três engenheiros e empreendedores de Singapura, Fung Yi, Wei De e Yong Sheng, nasceu da necessidade de resolver o problema do "last-mile" (o último trecho do deslocamento urbano). Eles queriam um veículo que integrasse perfeitamente com o transporte público de cidades densas.

Em 2016, lançou campanha de financiamento coletivo através da plataforma Kickstarter. O fundo foi um sucesso estrondoso, arrecadando mais de 110 mil dólares e validando o desejo global por um skate elétrico ultracompacto.

Após o modelo inicial estilo Penny Board, a marca expandiu sua linha focando em engenharia de ponta, fazendo parceria notável com a marca 121C Boards e lançando o Arc Aileron, produto de alta performance construído puramente com fibra de carbono reciclada de fuselagens de aviões.

A marca se destacou no mercado por manter um processo de montagem manual e rigoroso controle de qualidade em seu próprio espaço de trabalho antes do envio internacional.

Uma combinação de fatores atrapalharam a continuidade da e-brand. Leis rígidas em Singapura, proibiram a circulação de eboards afetando diretamente a comercialização dos produtos, porém o mais fatal foi impactado pela pandemia do COVID-19.

A empresa operava de forma manual, ou seja, montava seus produtos com peças de terceiros, dependendo muito desse processo. Por ser uma operação enxuta e concentrada em um único espaço físico de trabalho, a empresa sofreu severamente com os bloqueios e paralisações operacionais obrigatórios a partir de 2020. Os atrasos na cadeia de suprimentos global, combinados com a impossibilidade de trabalhar na oficina, impediram que novos projetos (como o protótipo da "Arc V3") chegassem ao mercado.

Mesmo com o fim das atividades, a marca ainda é lembrada com muito respeito na comunidade ESK8 por ter provado que era possível criar um veículo elétrico potente que coubesse facilmente dentro de uma mochila.

Produziu 2 eboards no período de 4 anos.
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Acton

Acton

País: Estados Unidos | Fundação: 2015 | Encerramento: 2019 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | actonglobal.com
Fundada pelos empreendedores Janelle Wang and Peter Treadway, iniciou suas operações no ano de 2015 na cidade de Santa Clara, California, Estados Unidos.

O conceito da e-brand era focado em produtos compactos, visando a portabilidade. Os skates vinham com controle remoto sem fio, luzes de LED integradas embaixo do deck para visibilidade noturna e motores embutidos ou de cubo (hub) que facilitavam deslizar como um skate comum quando a bateria acabava.

No final de 2016, a Acton lançou uma campanha estrondosa no Indiegogo para financiar três novos modelos que elevariam o patamar da marca: Blink Lite, Blink S2 e Blink Qu4tro.

Apesar do sucesso estrondoso na arrecadação de fundos, a Acton sofreu com os gargalos comuns a muitas startups de hardware. Muitos (bakers) financiadores do Indiegogo enfrentaram atrasos severos para receber seus skates Qu4tro e S2. Nas principais comunidades ESK8 a marca perdeu espaço para concorrentes premium (como Boosted Boards na época) devido a reclamações sobre o controle de qualidade, a rigidez do deck e a autonomia real das baterias.

Com o passar dos anos, a Acton começou a pivotar seu foco principal, afastando-se do mercado de skates elétricos para o grande público e dedicando-se mais à infraestrutura de micro-mobilidade, como patinetes elétricos compartilhados.
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Maxfind

Maxfind

País: China | Fundação: 2016 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | maxfind.com
Também oriunda da megalópole chinesa Shenzhen, maior polo tecnológico, de peças e produção de eboards do mundo, a exemplo da maioria das outras compatriotas, não divulga os nomes de seus fundadores.

Os principais executivos apontados em plataformas com dados corporativos como LinkedIn e Zoominfo, aponta rostos públicos de Doris Lou (gerência de mercado/direção operacional) e Ben Liu (gestão comercial). Lembrando que os primeiros nomes geralmente são ocidentalizados.

A e-brand foi registrada comercialmente como Shenzhen Maxfind Electronics Company Ltd. Nasceu com a missão de criar soluções ecológicas, divertidas e eficientes para mobilidade urbana de curta distância.

Inicia seus projetos apostando forte em transmissões com motores embutidos nas rodas (hub) e seu marco foi o eboard Max 4 Pro.

Em 2022 decidiu abandonar a tradicional construção de shapes feitos com madeira de bétula ou bambu, para se abraçarem naqueles moldados por injeção de materiais compostos avançados, como fibra de vidro e nylon de alta resistência. Com isso a e-brand pode oferecer garantia de 10 anos para seus decks.

A disseminação de informações falsas ou enganosas sobre seus produtos gerou um atrito muito forte com a comunidade ESK8.

A prática de “astroturfing”, onde funcionários da e-brand utilizavam fóruns e plataformas de redes sociais, criando perfis falsos se passando por clientes da marca, para poder postar avaliações extremamente positivas da Maxfind e abafar reclamações reais dos produtos, teve como fim banimentos e desprestígios da marca.

A empresa desenvolveu uma abordagem de marketing agressiva enviando produtos gratuitos para criadores de conteúdo digital em troca de análises positivas.

Em alguns casos relatados por usuários, a marca oferecia o skate de graça sob a condição de uma boa avaliação e, depois que o combinado era feito, tentava cobrar o cliente ou mudava os termos do acordo. O impacto destruiu a confiança orgânica de discussões sobre produtos da e-brand desde então.

Além disso, Uma das maiores reclamações técnicas na comunidade envolve a falsificação ou exagero das informações de performance dos próprios produtos em seus anúncios. Em lançamentos recentes, entusiastas de fóruns usaram cálculos de Watts-hora por quilômetro (Wh/km) para provar matematicamente que os dados de alcance fornecidos pela Maxfind eram impossíveis de alcançar em condições reais de uso.

Devido a esse histórico de falta de transparência nas especificações e manipulação de fóruns, a comunidade hoje adota uma postura de forte rejeição à marca. Veteranos frequentemente direcionam novos compradores a buscarem concorrentes da mesma faixa de preço que construíram uma reputação mais honesta e aberta com a comunidade ESK8.
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Unlimited

Unlimited

País: Espanha | Fundação: 2016 | Encerramento: 2019 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | kickstarter.com/projects/rideunlimited/eon-by-unlimited-plug-and-play-electric-skateboard
A Unlimited foi fundada na cidade de Madrid, Espanha por Carlos Kübler, Juan Pablo Viera e Alejandro Veloz.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2016.
Produziu 1 eboard no período de 3 anos.
Encerrou suas atividades com skateboard elétrico no ano de 2019.
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Liftboard

Liftboard

País: Estados Unidos | Fundação: 2016 | Encerramento: 2019 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | rideliftboard.com
Fundada pelos irmãos Ryan e Scott Follweiller na cidade de Edina, Estado de Minnesota, Estados Unidos, o principal foco da Liftboard era criar um eboard mais próximo possível do skateboard , ou seja, simples e principalmente barato.

Utiliza como estratégia a produção em massa e a distribuição em cadeia aproveitando-se de estruturas varejistas como Sam’s Club, Best Buy, entre outros. . Em promoções e queimas de estoque nessas lojas físicas, a versão de motor único chegou a ser encontrada por apenas US$ 199, tornando-se o primeiro skate elétrico de muitos jovens.

O problema é que o setor de skateboard não se pode fazer milagres e apesar de ter construído uma reputação na comunidade ESK8, a Liftboard não deu sequencia, estagnando a linha de produtos e com isso encerrando seu suporte por volta de 2019.

O mercado americano de eboards sofreu uma saturação agressiva com a chegada de marcas chinesas de baixo custo (como Meepo, Wowgo e Ownboard), que ofereciam produtos atualizados e melhorados pelo mesmo preço, inviabilizando o modelo de negócios da Liftboard.

A única pendência real deixada pela Liftboard foi em relação ao suporte ao cliente e garantia. Quando os fundadores desativaram o site oficial e as redes sociais por volta de 2019, os clientes que haviam comprado os eboards da e-brand recentemente perderam o acesso à garantia de fábrica e às peças de reposição oficiais.
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Lou

Lou

País: Suíça | Fundação: 2017 | Encerramento: 2019 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | louboard.com
Mais um projeto eboard com apoio de fundo coletivo, a Lou nasceu Herisau, Suíça através dos fundadores Manuel Hub (CEO, administrador e gestor de negócios), Zi Fong Giang (VP de Produção, engenheiro e gerente de produtos) e Martin Neuckel (gestor financeiro, operacional e diretor jurídico).

A campanha encabeçada na crowdfounding Kickstarter foi um sucesso arrecadando mais de 320 mil francos suíços advindos de quase 600 investidores em que a meta inicial era coletar $CFH 80 mil.

Desenvolvido pela startup SoFlow em 2016, o projeto previu três versões batizadas como Lou 1.0, 2.0 e 3.0. Um dos maiores atrativos de marketing do produto era um forte sistema de velcro por cima do shape monobloco em que o usuário podia remover a parte superior em segundos para trocar o módulo de bateria, ou simplesmente alterar o visual do eboard, conforme o estilo preferido.

Apesar do enorme sucesso inicial, a e-brand enfrentou sérios problemas logísticos no final de 2017 causados especialmente pelas burocracias alfandegárias rigorosas dos Estados Unidos, principal fonte de investimentos.

Outro detalhe crônico é que clientes começaram a apontar falhas na retenção de carga e no encaixe do módulo de bateria removível.

Para piorar, vários locais da Europa e até mesmo na Suíça, lançaram normas legais para a utilização de elétricos em vias públicas restringindo o uso dos eboards.

Com isso encerrou suas operações com o skateboard elétrico por volta de 2019, decidindo focar no mercado de patinetes elétricos. Não deixou dívidas especificamente com o mercado ESK8, mas com os consumidores devido a sérios problemas na entrega e suporte pós-venda.
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Backfire

Backfire

País: China | Fundação: 2017 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Ativa | backfireboards.com
O engenheiro mecânico Randy Jee e o mestre em administração, marketing e planejamento nos Estados Unidos, Jerry Tong tinham uma paixão em comum: o skateboard.

Assim, na cidade de Xangai, em 2009 iniciaram o projeto motivados pela cena local do skate e pelo desejo de expandir essa cultura no mercado chinês. Posteriormente, com o crescimento global da marca e a necessidade de logística internacional, a empresa expandiu suas operações e abriu sua sede americana no estado da Virgínia, nos Estados Unidos.

O ponto de virada para a marca aconteceu em 2014, quando Jerry trouxe um skate elétrico da marca americana Boosted. Fascinados pela tecnologia, os fundadores começaram a pesquisar e desenvolver sua própria linha de skates elétricos.

Com uma campanha de fundo coletivo criada na Indiegogo, arrecadou cerca de 348 mil dólares americanos, servindo como o verdadeiro combustível financeiro para a produção em massa e a consolidação global do skate.

Mais tarde utilizaria a mesma estratégia para lançar o Ranger arrecadando mais de U$ 337 mil contando com 459 bakers (investidores).

Após essas primeiras rodadas de financiamento coletivo (crowdfunding), a Backfire ganhou musculatura financeira suficiente para lançar seus produtos subsequentes — como as linhas Zealot, Mini e G5 — diretamente em seu site oficial, sem depender mais de plataformas de arrecadação pública.

Com a mesma metodologia de suas compatriotas, se aproveita da extensa oferta local de peças, advindas do polo industrial metropolitano Shenzhen. Portanto, não produz suas próprias peças, mas sim utiliza a variedade de peças genéricas ofertadas na China, podendo assim oferece eboards com preços competitivos sem custos de desenvolvimento e criação.

Desde 2017 quando lançou oficialmente seu primeiro produto até o presente momento foram 25 eboards comercializados.
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Stark

Stark

País: Alemanha | Fundação: 2017 | Encerramento: 2019 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | starkmobility.com
A Stark foi fundada na cidade de Berlin, Alemanha por Laurens Laudowicz e Hannes Reichelt.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2017.
Produziu 1 eboard no período de 2 anos.
Encerrou suas atividades com skateboard elétrico no ano de 2019.
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Teamgee

Teamgee

País: China | Fundação: 2018 | Encerramento: 2024 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | teamgeeboards.com
A Team Gee foi fundada na cidade de Shenzhen, China por Sun.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2018.
Produziu 7 eboards no período de 6 anos.
Encerrou suas atividades com skateboard elétrico no ano de 2024.
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Harvoo

Harvoo

País: China | Fundação: 2018 | Encerramento: 2019 | Tipo: Construtora | Status: Encerrada | harvoo.com
A Harvoo foi fundada na cidade de Xangai, China por Jok Whungsuriya.

Embora a sede e o centro administrativo de desenvolvimento ficassem em Xangai, a produção física de seus skates elétricos e o fornecimento de peças eram fortemente integrados ao polo industrial de Shenzhen.

Essa dinâmica é muito comum no mercado asiático de tecnologia móvel e micromobilidade, onde o escritório central fica em grandes metrópoles financeiras, mas a fabricação ocorre nos grandes centros de manufatura vizinhos.

Com o acirramento da concorrência e a rápida evolução tecnológica do mercado após 2019, a Harvoo encerrou suas atividades sem que os nomes de seus proprietários fossem destacados globalmente.
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Atom

Atom

País: Estados Unidos | Fundação: 2018 | Tipo: Construtora | Status: Ativa | atomlongboards.com
Sediada em Colorado Springs, Estados Unidos da América, foi fundada por Lawrence Lee originalmente como Atom Longboards em 2005, criada por skatistas e para skatistas.

O objetivo inicial era produzir shapes convencionais com excelente custo-benefício sem sacrificar a qualidade mecânica. Com o crescimento da cultura do longboard de downhill, cruiser e freeride, a marca ganhou forte reputação no país de origem, por suas estruturas de madeira resistentes e eixos estáveis.

Com o boom dos skates elétricos (eboards) liderado por pioneiros da indústria, a Atom percebeu que precisava aplicar sua experiência em shapes convencionais à nova tecnologia motorizada. Foi assim que criaram a divisão Atom Electric.

Atualmente, a Atom continua sendo reconhecida como uma das marcas mais antigas e consistentes em atividade no setor. Seu diferencial histórico não é competir no mercado de luxo de alta performance, mas sim garantir a venda de peças de reposição acessíveis e skates elétricos duráveis para o transporte diário.

Lançou até o momento 5 eboards.
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Acedeck

Acedeck

País: China | Fundação: 2022 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | acedeckboards.com
Situada na cidade de Shenzhen, China a empresa é representado por alguém que utiliza o pseudônimo de Erick, porque o dono não quer se expor publicamente nem com o nome, muito menos com a imagem, como maioria dos empresários chineses que preferem ficar no anonimato.

O estilo de construção de seus eboards é focado no aproveitamento de peças genéricas, como muitas de suas compatriotas, aproveitando o expressivo nicho industrial de Shenzhen, cidade considerada polo central da indústria do skateboard elétrico. Deste modo, muitas vezes apenas sobrepõe sua logomarca sobre as peças já a pronta entrega, como por exemplo os trucks, fornecidos pela concorrente Linpower.

Sua ESC (Sistema de Controle Eletrônico dos motores) foi construída sobre arquitetura aberta VESC, do engenheiro Benjamin Vader.

Até o presente momento, a e-brand chinesa lançou no mercado 12 eboards, sendo o primeiro no ano de sua fundação em 2022.
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OMW

OMW

País: Estados Unidos | Fundação: 2023 | Tipo: Construtora | Status: Ativa | omwboards.com
A OMW foi fundada na cidade de Santa Cruz, Estados Unidos da América por Kyle Doerkensen.

Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2023.

Produziu 1 eboard no período de 3 anos.
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Raith

Raith

País: Austrália | Fundação: 2023 | Tipo: Construtora | Status: Ativa | raithskateboards.com
A Raith foi fundada na cidade de Perth, Austrália por Raine Kent.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2023.
Produziu 3 eboards no período de 3 anos.
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Bolt

Bolt

País: Itália | Fundação: 2015 | Encerramento: 2021 | Tipo: Montadora | Status: Encerrada | boltmotion.com
A ideia nasceu na cidade de Bergamo, Itália, idealizada pelo estudante de engenharia robótica Lorenzo Cella.

Cansado de uma caminhada diária de quase uma hora e meia para chegar à universidade, Ceila decidiu criar uma solução de micromobilidade que fosse compacta o suficiente para ser carregada facilmente, sem o peso ou o tamanho dos skates elétricos que já começavam a aparecer no mercado.

Com o objetivo de criar o "menor e mais leve skate elétrico do mundo", fundou a Bolt Motion e lançou uma campanha na Indiegogo em março de 2015 arrecadando U$ 150 mil ultrapassando sua meta original.

Esse montante foi alcançado com o apoio dos bakers (investidores) que garantiram aproximadamente 200 unidades em pré-venda. Inicialmente, o skate foi oferecido aos primeiros apoiadores com preços promocionais a partir de 599 dólares americanos.

Apesar de ter atingido a meta estipulada para iniciar o projeto, o próprio criador, Lorenzo Cella, revelou anos mais tarde em seu blog que esse valor acabou sendo insuficiente.

A falta de margem de lucro, os custos inesperados de fabricação, taxas alfandegárias e problemas logísticos consumiram toda a arrecadação da campanha, tornando inviável a sustentabilidade financeira da startup a longo prazo encerrando suas operações em 2021.
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Impulse

Impulse

País: Brasil | Fundação: 2015 | Encerramento: 2019 | Tipo: Montadora | Status: Encerrada | impulseboards.com
Surgiu com a proposta de inovar o mercado brasileiro de eboards, já que a única concorrente nacional Two Dogs, continuava oferecendo equipamentos obsoletos e muito defasados em tamanho, peso, tecnologia e design, não se interessando em acompanhar as mudanças do setor, mantendo o foco apenas na importação de produtos prontos para a venda ou se livrar do seu considerável estoque.

A priori, por questões financeiras, foca suas operações na montagem de um equipamento sincero, com performance ajustada para época e boas possibilidades de evolução. Em paralelo, produz diversos conteúdos com mídia e reportagens interessantes, sensibilizando a importância do skateboard elétrico na mobilidade urbana.

Entretanto, se acomoda com o produto inicial, tido por muitos como uma espécie de protótipo, pelo acabamento modesto e setup com a necessidade de ajustes pertinentes, se perdendo gravemente administrativa e financeiramente. A estratégia de garantia vitalícia, tendo em vista o custo oneroso da produção faz com que o negócio desande e a empresa da cidade de São José dos Campos não vê outra saída, senão a de concordata e encerramento das atividades.

Alexandre Bezerra, CEO fundador da Impulse Boards, ainda tenta algumas ações desesperadas, mas já era tarde demais para reverter a situação.
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Enertion

Enertion

País: Austrália | Fundação: 2015 | Encerramento: 2020 | Tipo: Montadora | Status: Encerrada | enertionboards.com
A história da Enertion Boards é uma das trajetórias mais fascinantes, inovadoras e, ao mesmo tempo, turbulentas do mercado de skates elétricos (ESK8). A e-brand foi fundada na cidade de Adelaide pelo empreendedor australiano Jason Potter e representou um marco fundamental na evolução dos skates elétricos de alta performance e no movimento de fabricação caseira (DIY).

Frustrado com as limitações dos skates elétricos da época, o skatista e entusiasta Potter começou a gravar vídeos em sua garagem ensinando as pessoas a construírem seus próprios skates elétricos a partir do zero. Para reunir essa comunidade, ele criou o fórum electric-skateboard.builders. Esse espaço digital se tornou um referência global para o desenvolvimento de eSK8s.

Enquanto educava a comunidade, Potter começou a vender peças premium através do seu site. A Enertion destacou-se por focar em potência bruta e tecnologia avançada. Popularizou a controladora eletrônica de motor genérica baseada em design e código aberto VESC (criação do engenheiro Benjamin Vader), o que permitiu aceleração e frenagem suaves em vez de componentes adaptados de carros de controle remoto e lançou o Enertion Raptor, um skate elétrico completo e agressivo projetado para ser o mais potente do setor. O Raptor 2 (lançado em 2017) veio com enormes motores direct-drive e plataformas de fibra de carbono.

À medida que a demanda pelo Raptor 2 crescia, a Enertion começou a enfrentar desafios severos na cadeia de suprimentos e produção na China. A marca prometia prazos de entrega que não conseguia cumprir, o que gerou enorme frustração. Além disso, os primeiros lotes do Raptor 2 apresentaram diversos defeitos de fabricação, incluindo problemas com motores, falhas nos sensores e infiltração de umidade. Clientes relataram falhas repentinas que resultaram em acidentes.

Tentando salvar a empresa, a Enertion lançou a FOCBOX Unity (uma controladora de motor aprimorada). A estratégia era usar a Unity para estabilizar o caixa, mas o atraso crônico na produção, reembolsos não processados e uma base de clientes insatisfeita levou a uma crise financeira irrecuperável.

No início de 2020, o braço americano da empresa anunciou que não faria mais pedidos, iniciando a insolvência da marca. Em março de 2020, Jason Potter confirmou publicamente que a Enertion Boards havia entrado em processo de liquidação voluntária.

Apesar da falência, a Enertion deixou uma marca indelével. A tecnologia de motores e os projetos elétricos da empresa pavimentaram o caminho para a indústria moderna de eSK8s. A controladora VESC aprimorada com o suporte da Enertion é o padrão ouro na fabricação de skates customizados até hoje. O fórum original, agora parte do esk8.news, continua sendo o principal ponto de encontro de entusiastas e construtores de skates elétricos no mundo.
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Torque

Torque

País: Estados Unidos | Fundação: 2017 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | diyelectricskateboard.com
A Torque foi fundada na cidade de San Francisco, Estados Unidos da América por Dexter Manning.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2017.
Produziu 2 eboards no período de 9 anos.
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WowGo

WowGo

País: China | Fundação: 2017 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | wowgoboard.com
A Wowgo foi fundada na cidade de Shenzhen, China por Jason e Aiden Walker.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2017, produzindo 13 eboards desde sua fundação até aqui.
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Ownboard

Ownboard

País: China | Fundação: 2017 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | ownboard.net
A Ownboard foi fundada na cidade de Honk Kong, China por John Estar, Zunyan Chen e Juan Chen.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2017.
Produziu 5 eboards no período de 9 anos.
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Riptide

Riptide

País: Estados Unidos | Fundação: 2017 | Encerramento: 2020 | Tipo: Montadora | Status: Encerrada | rideriptide.com
A Riptide foi fundada na cidade de Long Beach, Estados Unidos da América por Eric Birkemeier.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2017.
Produziu 1 eboard no período de 3 anos.
Encerrou suas atividades com skateboard elétrico no ano de 2020.
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Meepo

Meepo

País: China | Fundação: 2017 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | meepoboard.com
Tracionada de frente pelo simpático empresário chinês Kieran Mao, a e-brand se aproveita do fato de se encontrar no âmago da indústria do skateboard elétrico, a cidade de Shenzhen.

Uma das pioneiras neste tipo de estratégia, não é propriamente dito uma indústria construtora do setor, mas sim monta seus produtos se aproveitando daquilo que o farto mercado ao redor lhe oferece.

Deste modo a exemplo de muitas das suas compatriotas que utilizam a mesma metodologia, utiliza como ESC (Sistema Eletrônico de Controle dos motores) as genéricas Hobbywing e Ling Yi, bem como os respectivos controle remotos e outras peças facilmente encontradas em Shenzhen.

O foco da Meepo Boards é extremamente agressivo, sendo ela a segunda empresa que mais fatura no mundo. Todos os seus 28 eboards, embora se diversifiquem mais por pequenos detalhes acessórios, do que propriamente dito um modelo realizado do zero, ou seja, são basicamente montagens vezes muito parecidas (ou idênticas) aos de boa parte das suas concorrentes compatriotas.
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Lacroix

Lacroix

País: Estados Unidos | Fundação: 2018 | Tipo: Construtora | Status: Ativa | lacroixboards.com
O Nome “Lacroix” significa “A Cruz” em francês e foi inspirado na mítica cruz localizada no topo do Mount Royal, em Montreal, local onde os irmãos Alexandre e Patrick Archambault passavam horas testando seus protótipos na ladeira de Camilien-Houde.

Seu foco principal sempre foi o mountainboard um pouco mais propenso até ao bajaboard, pelo formato estrutural, peso e potência dos eboards.

O sucesso inicial veio em 2018 com o modelo Lacroix Protótipo. O eboard utiliza um deck ultra flexível feito de fibra de carbono e madeira além de pneus largos. Em poucos meses, a empresa bateu quase 1 milhão de dólares em vendas.

É bom acrescentar também, que a empresa nunca se preocupou com o custo de seus produtos, e de antemão investiu pesado em tecnologia, atrás do melhor setup para seus equipamentos. Desenvolveu o próprio sistema eletrônico controlador dos motores (ESC), o Stormcore, prevalecendo com módulos de bateria robustos e potentes.

O brasileiro que deu origem ao ESK8 Squad Brazil, Pedro Paganini De Mio, chegou a trabalhar para o grupo, mas logo em seguida, em outubro de 2023, a Lacroix declarou oficialmente falência, encerrando suas atividades no Canadá. Os principais motivos foram as fortes pressões econômicas geradas pelo pós pandemia, problemas na cadeia de suprimentos e aumento global das taxas de juros.

Dois anos depois, como uma fênix, no início de 2025, os já entusiastas órfaos de outra mítica e-brand, a Boosted, Adam Vos e Jesse Fournier, então fundadores da Boosted Guys, ressuscitaram a Lacroix, movendo toda a operação para a cidade de Seneca na Carolina do Sul, Estados Unidos.

A missão da nova direção é manter o nível máximo de qualidade, porém tornando a logística e suporte ao cliente mais eficientes.
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Aeboard

Aeboard

País: China | Fundação: 2018 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | aeboarder.com
Como maioria de suas compatriotas, principalmente as como ela sediadas na cidade de Shenzhen, se prevalece da comodidade de explorar a infraestrutura oferecida pela meca do skateboard elétrico.

Essencialmente classificada como montadora, utiliza-se de peças genéricas para montar seus produtos, como por exemplo ESC (Sistema Eletrônico de Controle dos motores) Hobbywing, além de tantas outras encontradas no polo industrial estratégico onde se encontra.

Deste modo, seus produtos são semelhantes ou exatamente os mesmos de várias outras compatriotas (principalmente as que também estão situadas em Shenzhen), concentrando-se absolutamente em oferecer produtos baratos.

Assim como boa parte das chinesas, não se sabe quem é o proprietário da empresa, preferindo ficar no anonimato. A única referência que existe da e-brand é um técnico que utiliza o codinome Ben.

Até o presente momento, a Aeboard comercializou 18 eboards.
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Apsuboard

Apsuboard

País: China | Fundação: 2019 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | apsuboard.com
Opera estrategicamente nos polos industriais de tecnologia como Shenzhen ou Guangzhou e como boa parte das empresas chinesas, não divulga o nome do proprietário.

Ganhou notoriedade na comunidade ESK8 por adotar uma estratégia de foco extremo no custo-benefício e atualmente trava uma verdadeira guerra de preços com suas próprias compatriotas.

Por se encontrar na meca da indústria de peças voltadas para o skateboard elétrico, seu foco não é produzir, mas se aproveitar das peças genéricas oferecidas pela próprio mercado local, se focando exclusivamente na montagem de seus produtos. Portanto, os eboards oferecidos podem ser muito parecidos ou exatamente os mesmos já praticados por outras e-brands no mercado.

Lançou e comercializou 7 eboards até o momento.
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Vestar

Vestar

País: China | Fundação: 2019 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | vestarskateboards.com
A Vestar foi fundada na cidade de Shenzhen, China por Paul Huang.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2019, e de lá pra cá
produziu 13 eboards.
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Lycaon

Lycaon

País: China | Fundação: 2019 | Encerramento: 2022 | Tipo: Montadora | Status: Encerrada | lycaonboard.com
Não se sabe quem foram os fundadores, porque exceto raríssimos casos, a maioria dos donos de e-brands principalmente advindos da China, preferem o conforto do anonimato.

A proposta era oferecer produtos com alto desempenho e alimentação de loga duração por preço bastante competitivo. Com isso, a e-brand ganhou rapidamente espaço na comunidade ESK8.

Para poder manter essa promessa, utilizava componentes genéricos presentes na maioria dos seus principais concorrentes, como sistema de controle eletrônico dos motores (ESC) Hobbywing, shapes e trucks, mesmo porque atuava em Shenzhen, maior polo global de fabricação, tecnologia e cadeia de suprimentos para eboards.

Com o crescimento, chegou a possui armazéns de distribuição nos Estados Unidos, maior filão de consumo do setor, para agilizar o envio e evitar problemas burocráticos alfandegários.

A partir de 2022, o cenário começou a mudar drasticamente para e e-brand. Riders da comunidade ESK8 em redes sociais, começaram a relatar falta de comunicação por parte da empresa chinesa. Pra piorar, houveram muitas reclamações sobre módulos de bateria com defeito, e sem o retorno da Lycaon, essa retórica começou a se acumular.

Em 2023 a comunidade ESK8 considerou a Lycaon oficialmente “morta”. O endereço eletrônico da e-brand parou de funcionar e surgiram alertas de golpe no setor, apontando que pedidos realizados principalmente nesta época recebiam códigos de rastreio falsos sem obviamente nunca entregar os eboards. Cogita-se que possam ter debandado fundando outra e-brand do zero.
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Tynee

Tynee

País: China | Fundação: 2021 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | tyneeboard.com
A Tynee foi fundada na cidade de Shenzhen, China por Jason e Aiden Walker.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2021,
produzindo 12 eboards até o momento.
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Freljord

Freljord

País: China | Fundação: 2023 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | freljordboard.net
Fundada na cidade de Shenzhen, China, a empresa mantém o nome de seus fundadores e engenheiros de design sob certa privacidade comercial.

E por se situar dentro de um grande complexo industrial voltado para o setor, opta por apenas montar eboards, como a maioria de suas concorrentes, focando no mercado budget, com custos extremamente baixos e produtos senão iguais, muito semelhantes.

Até o momento produziu 8 eboards.
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Veymax

Veymax

País: China | Fundação: 2023 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | veymax.com
A Veymax foi fundada na cidade de Shenzhen, China por Eileen Feng Gu.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2023, e desde então
produziu 9 eboards até aqui.
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Tranzite

Tranzite

País: Austrália | Fundação: 2021 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | tranzite.com
A Tranzite foi fundada na cidade de Sidney, Austrália por Eduardo Ferrero.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2021.
Produziu 2 eboards no período de 5 anos
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Mboards

Mboards

País: Estados Unidos | Fundação: 2022 | Tipo: Montadora | Status: Ativa | mboards.co
Fundada em Las Vegas, Estado de Nevada nos Estados Unidos, a Mboards foi fundada pelo entusiasta Mike Beard, CEO da empresa e também da Nexus Battery Systems.

Não tão focada em construção, mas principalmente em montagens, nasceu da necessidade de empresas especializadas em peças para o mercado artesanal de eboards (DIY).

Com o aumento da demanda por pessoas que queriam a performance de um skate DIY, mas não tinham a experiência técnica para soldar ou configurar componentes do zero, a MBoards começou a evoluir criando então modelos prontos para o consumo.

Sendo o fundador Mike de Las Vegas, foi ele também um dos principais artífices na organização da feira e competição mais famosa do planeta, intitulada ESK8 CON, atraindo fãs e empresas do setor do mundo inteiro.

A MBoards consolidou-se como uma marca de elite voltada para autonomia massiva e velocidade extrema, distanciando-se dos skates elétricos urbanos populares e se alinhando àqueles produzidos para competições.
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Skateeletrico

Skateeletrico

País: Brasil | Fundação: 2008 | Encerramento: 2011 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | skateeletrico.com
A Skateeletrico foi fundada na cidade de Curitiba, Brasil por Tairone Passos. Lançou seu primeiro produto no ano de 2008, comercializando apenas ele no período de 3 anos. Encerrou suas atividades com skate board elétrico no ano de 2011.
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Electroline

Electroline

País: Brasil | Fundação: 2009 | Encerramento: 2011 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | skateeletrico.com
Pioneira no mercado de skate elétrico, fundada em 2009 na cidade do Rio de Janeiro por Renato Mendes Souza Santos, a e-brand navegou no mesmo bonde da então mais antiga do Brasil, Skateeletrico (2008) de Curitiba, aproveitando-se do mesmo lote de importação orquestrado pelo empresário Tairone Passos.

Em uma época em que o eboard ainda era uma grande novidade no país, a marca teve um papel importante em introduzir a cultura da mobilidade urbana sustentável em forma de recreação e bem estar pessoal.

O mercado de skates elétricos nos primórdios no Brasil enfrentava diversos desafios logísticos, de assistência técnica e de custos elevados de importação. A Electroline focou na comercialização do seu produto inicial por dois anos, vindo a encerrar suas atividades no setor de skates elétricos em 2011.

Hoje, os modelos da Electroline são considerados itens de colecionador e de valor histórico para o movimento ESK8 (Electric Skateboard) brasileiro, sendo ocasionalmente encontrados em plataformas de revenda e leilões de produtos especializados.
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Drop

Drop

País: Brasil | Fundação: 2009 | Encerramento: 2019 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | drop.com.br
Nascida em Curitiba, berço de grandes marcas do skate brasileiro, pelo empresário e skatista Eduardo Dias, a Drop iniciou sua trajetória na década de 1990 focada no skate tradicional (com a Drop Dead).

A empresa cresceu e com a criação da distribuidora Drop Family, o grupo expandiu sua atuação. Foi a partir dessa base que nasceu a Dropboards, focada na engenharia de skates com motor a combustão (como os icônicos modelos de 50cc) e, posteriormente, a transição definitiva para os elétricos e autopropelidos atuais.

Apesar da afinidade com o skateboard, a empresa não era propriamente dita uma fabricante, mas sim, a exemplo da Two Dogs e outras empresas brasileiras mais antigas, uma mera importadora de produtos genéricos muito semelhantes produzidos evidentemente na China e revendidos em grandes lotes para serem respectivamente rotulados e comercializados sob outras marcas.

Prova disso é o limitado número de produtos relacionados ao skateboard elétrico: apenas 2 em 10 anos, sendo o segundo apenas uma atualização tratando-se basicamente do mesmo eboard.

Outro fator determinante foi encerrar suas atividades com o skateboard elétrico, ou seja, terminando o estoque importado, não houve interesse no seguimento, focando apenas nos outros produtos também genérico importados (bicicletas, scooters, patinetes).
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Two Dogs

Two Dogs

País: Brasil | Fundação: 2015 | Encerramento: 2024 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | twodogs.com
A Two Dogs foi fundada na cidade de Curitiba, Brasil por Marcos Antonio Fortuna. Lançou seu primeiro produto no ano de 2015., comercializando 3 eboards no período de 9 anos. Encerrou suas atividades com skate board elétrico no ano de 2024.
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Genesis

Genesis

País: China | Fundação: 2016 | Encerramento: 2018 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | ridegenesis.com
Não se sabe quem foram realmente os verdadeiros fundadores da importadora Genesis. Entretanto seus produtos eram fabricados e pertenciam originalmente à Shenzhen JOMO Technology Co., Ltd., operando sob a marca de mobilidade chinesa Koowheel.

Com o foco totalmente voltado em arrematar lotes grandes de eboards baratos, iniciou sua comercialização de forma agressiva no mercado norte americano, tendo como principal atrativo obviamente, o preço d seus produtos.

Apesar do sucesso inicial de vendas devido ao preço competitivo, a marca começou a enfrentar duras críticas de especialistas técnicos e canais especializados. Usuários relataram que o controle remoto perdia o sinal temporariamente com o eboard, o que desativava os freios de repente e gerava sérios riscos de acidentes. O modelo Tomahawk ficou famoso por uma forte vibração metálica ao andar em superfícies minimamente irregulares, gerando um incômodo barulho de "madeira e metal batendo".

Deste modo acabou falindo e encerrando suas operações abruptamente por volta de 2018, devido a uma combinação insustentável de estratégia de produto ruim, crise de segurança e competição implacável.

Comercializou 3 eboards no período de 2 anos.
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Swagtron

Swagtron

País: Índia | Fundação: 2017 | Tipo: Importadora | Status: Ativa | swagtron.in
A Swagtron foi fundada na cidade de Ahmedabad, India por Ian Gates e Jingyi Wang. Lançou seu primeiro produto no ano de 2017, comercializando 2 eboards no período de 8 anos.
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Blitzart

Blitzart

País: China | Fundação: 2017 | Tipo: Importadora | Status: Ativa | blitzarts.com
Com profundas características de importador, seu foco é desovar apenas os lotes negociados, pois em 9 anos só comercializou 5 eboards, sendo que atualmente disponibiliza apenas 2 deles.

Outro fator que determina suas operações, é o fato de possuir em seu endereço comercial eletrônico vários outros tipos variados de elétricos genéricos, como bicicletas, patinetes e motos, muito comum para empresas comerciais do tipo.

Arremata grandes lotes de produtos a baixíssimo custo e depois revende-os por preços competitivos.
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Koowheel

Koowheel

País: China | Fundação: 2017 | Tipo: Importadora | Status: Ativa | koowheel.com
Ou Shenzhen JOMO Technology Company Ltd. Este grupo atua fortemente em duas frentes distintas. Uma é especializada em vaporizadores e cigarros eletrônicos sob a marca Jomotech e a outra gerencia veículos elétricos e de micromobilidade, onde se encaixa a Koowheel e a Hoverboards.

Deste modo, seu foco não é exclusivamente o skateboard elétrico. Tanto, que devida as proporções, tamanho do grupo e principalmente tempo de atividade, deveria ter o dobro de produtos apresentados ao setor, mas como sua preocupação se dilui em várias outras preocupações, fica bastante perdida nisso.

Seu maior sucesso veio com o modelo D3M. Entre 2016 e 2017 não existiam muitas concorrentes e o big brother a ser batido era a Boosted que praticava valores para poder sustentar sua estrutura comercial dentro dos Estados Unidos. A Koowheel entregava seus produtos pela metade do preço e sem barreiras comerciais tarifárias.

O sucesso foi tão grande, que a empresa chinesa começou a fornecer seus eboards para outras concorrentes como a Genesis, apenas colocar o rótulo e comercializar. Entretanto, os produtos vinham com falhas de conexão do controle remoto e outros problemas comuns desta época.

Com o excessivo aumento de concorrentes, a e-brand de Shenzhen tenta sobreviver agora ampliando o leque para hovershoes (patins elétricos) e linhas premium com motorização mais forte.
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Juiced

Juiced

País: Canadá | Fundação: 2017 | Encerramento: 2019 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | juicedboards.com
Outra e-brand financiada pelo fundo participativo arquitetada no Indiegogo, a campanha teve apoio de 450 bakers (financiadores), arrecadando mais de 251 mil dólares.

A ideia inicial de Matti Deacon (CEO) e Edward McIntyre (operações) era aquela de ousadamente democratizar o mercado de eboards propondo preços acessíveis e tecnologia simplificada.

Lançaram a versão Single (um motor, US$ 449, até 27 km/h) e a versão Dual (dois motores, US$ 599, até 32 km/h), ambas com autonomia de aproximadamente 11 km e carregamento rápido de 45 minutos. O controle remoto funcionava com pilhas descartáveis do tipo AAA.


A e-brand atraiu atenção de grandes portais da tecnologia sendo apelidada como “a defensora dos skatistas de baixo orçamento”. Porém analistas e céticos da comunidade ESK8 apontaram críticas no controle remoto como pouco instável na frenagem e sem recursos importantes para navegação. Outro detalhe ainda mais grave, é que os produtos eram praticamente iguais aos de dezenas de outros eboards geralmente comercializados no mesmo regime white-label ainda mais baratos.

Embora a empresa tenha tentado reagir lançando o Juiced Cruiser Dual+, não resistiu à forte concorrência. Em meados de 2020 os estoques da empresa canadense se esgotaram, o suporte ao cliente parou de responder e a e-brand encerrou silenciosamente suas operações.

Consumidores que compraram skates ou peças de reposição no site oficial nos meses finais (início de 2020) relataram que o dinheiro foi cobrado, mas os produtos nunca foram enviados. A Juiced prometia uma garantia de 6 meses contra defeitos de fabricação. Quando a empresa sumiu, os compradores que tiveram problemas crônicos (como motores que paravam de girar ou controles que não conectavam) ficaram com prejuízo total e sem peças de reposição.
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Slick Revolution

Slick Revolution

País: Inglaterra | Fundação: 2018 | Encerramento: 2020 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | slickrevolution.co.uk
A Slick Revolution foi fundada na cidade de West Yorkshire, Inglaterra por Robert Simpson.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2018.
Produziu 1 eboard no período de 2 anos.
Encerrou suas atividades com skateboard elétrico no ano de 2020.
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Nilox

Nilox

País: Itália | Fundação: 2017 | Encerramento: 2020 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | nilox.com
A Nilox foi fundada na cidade de Vimercate, Itália por Franco Monti. Lançou seu primeiro produto no ano de 2017, comercializando 2 eboards no período de 3 anos. Encerrou suas atividades com skate board elétrico no ano de 2020.
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Teemo

Teemo

País: China | Fundação: 2017 | Encerramento: 2025 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | teemoboard.com
A Teemo foi fundada na cidade de Shenzhen, China por Benoit Grouchko.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2017.
Produziu 3 eboards no período de 8 anos.
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Skullboard

Skullboard

País: China | Fundação: 2018 | Encerramento: 2020 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | skullboardvip.com
A Skullboard foi fundada na cidade de Hong Kong, China por Guohui Quin.
Lançou seu primeiro skateboard elétrico no ano de 2018.
Produziu 4 eboards no período de 2 anos.
Encerrou suas atividades com skateboard elétrico no ano de 2020.
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MO-BO

MO-BO

País: Alemanha | Fundação: 2008 | Encerramento: 2019 | Tipo: Importadora | Status: Encerrada | mo-bo.de
Ou Motorized Board, era amplamente reconhecida na Europa como a marca alemã mais tradicional de eboards antes da Mellow, desempenhando um papel fundamental na popularização de produtos focados em trilhas off-road.

A e-brand fundada em Hamburgo, era associada à distribuidora de mesma origem Meilenstiefel. Deste modo, funcionava não propriamente dito como uma construtora, mas sim importadora de eboards.

Seu foco estava orientado em produtos genéricos com baterias de chumbo e os famigerados motores de 800 Watts, comuns na época, distribuídos pela indústria chinesa Shanghai Yiubu Electric Bicycle Company Ltd., concentradas nas megalópoles deste setor Xangai e Zhejiang.

Na tentativa de se manter viva no cenário contemporâneo ESK8, a e-brand alemã tentou reformular seus produtos com novos e potentes motores, além de sistemas eletrônicos mais modernos e eficazes, entretanto o modelo praticado era considerado obsoleto e bem distante da evolução histórica sofrida no mundo eboard.

Com a drástica redução de componentes por parte dos fornecedores chineses para este tipo de mountainboard, além da proibição legal rígida na Alemanha para o tráfego de eboards em vias públicas, a e-brand não teve outra opção a não ser encerrar suas operações.
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2C BOARDS

2C BOARDS

País: Alemanha | Fundação: 2009 | Encerramento: 2019 | Tipo: Montadora | Status: Encerrada | 2c-boards.de
Fundada na cidade de Darmstadt, Alemanha por Götz Braun, foi uma marca européia pioneira no mercado de skates elétricos.

Operando como uma montadora, focou em criar skates elétricos voltados para o asfalto e transporte urbano básico.

Lançou seu primeiro produto no ano de 2009 e durante o período de 10 anos, comercializou 3 eboards. Encerrou suas atividades com skate board elétrico no ano de 2019.
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Exkate

Exkate

País: Estados Unidos | Fundação: 1997 | Encerramento: 2007 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | exkate.com
Foi a primeira e-brand da história do setor. Não por acaso, foi fundada pelo engenheiro californiano Loue Finkle , que efetivamente inventou e patenteou em 1997 o skate board elétrico sem fio, ou seja, o pai dos skateboards elétricos.

Um dos grandes marcos da história da Exkate foi o seu inovador sistema de controle remoto. Em vez dos gatilhos usados atualmente, o sistema da Exkate funcionava transformando o corpo do próprio usuário em um condutor. Havia um fio ligado ao controle no pulso, com uma placa de metal que ficava sob o indicador. O circuito enviava um sinal de baixa frequência através do corpo do skatista, passando pelos pés e chegando ao receptor dentro do shape.

A sede ficava na cidade de Lake Forest. Lançou seu primeiro produto em 1998, comercializando cerca de 8 eboards durante 4 anos, quando foi absorvida pela Altered.

Inovações:

1998 - 1º Skateboard elétrico
1998 - 1ª Controladora de Motores
1998 - 1º Controle Remoto induzido
1998 - Torsion trucks

A Exkate ajudou a abrir caminho na Califórnia, o berço desse esporte, e contribuiu para os debates legais sobre a circulação de skates e patinetes nas vias públicas, incentivando muitas outras e-brands que se tornaram icônicas também na comunidade ESK8.
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E-Glide

E-Glide

País: Estados Unidos | Fundação: 2004 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | e-glide.com
E de "elétrico" e Glide de "deslizar/derrapar suavemente". A E-Glide Electric Skateboards, frequentemente referida pelo termo clássico Powerboard, é amplamente reconhecida como uma das marcas pioneiras e a fabricante mais antiga de skates elétricos nos Estados Unidos e na história do seguimento.

Inspirada pelos produtos da compatriota regional Exkate, foi fundada em Santa Monica, California através do desenhista industrial e engenheiro David Lohrli.

Os eboards da E-Glide são mundialmente famosos por seu design focado na robustez e no desempenho em qualquer tipo de terreno (off-road). Eles são construídos para suportar terrenos difíceis como terra, cascalho, grama e areia

Em vez do uso de plásticos, a E-Glide priorizou decks amplos e estruturas totalmente em alumínio. Eles utilizam pneus e trucks largos com buchas pesadas (heavy-duty), permitindo uma excelente estabilidade e absorção de impacto.

O sistema elétrico passou por grandes evoluções. A E-Glide migrou para controladores de motor altamente avançados da PG Drive Technologies (com autoverificação de diagnósticos) e baterias especiais projetadas para veículos elétricos.

Outra característica própria, é que a aceleração e frenagem do eboard é conectado por cabo e não por transmissão remota, alimentando ser 100% segura sem interferências.

Depois de um legado de quase duas décadas, a ebrand californiana encerrou suas operações com o skateboard elétrico em 2020. A decisão de fechar as portas em 2020 foi motivada principalmente pela forte concorrência de marcas asiáticas que inundaram o mercado com componentes mais baratos e de produção em massa. A filosofia da E-Glide de construir manualmente cada skate em alumínio pesado tornou-se financeiramente difícil de competir. Embora o Site Oficial da E-Glide permaneça no ar de forma estática, ele funciona apenas como um arquivo histórico do design de seus powerboards e não processa novas vendas.

Após o fim da linha de eboards, o nome E-Glide permaneceu associado de forma limitada a um nicho complementar de bicicletas elétricas.

O legado da marca hoje vive estritamente através do mercado de usados e de grupos de entusiastas, como o E-Glide Owners Group em redes sociais.

Inovações para o setor:

2011 - 1ª transmissão por corrente (chain drive)
2011 - 1º eboard com double wing (drop profundo)
2011 - 1º eboard com shape de alumínio

Produziu durante seu legado de 16 anos 16 eboards.
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Elektro-Skate

Elektro-Skate

País: Inglaterra | Fundação: 2008 | Encerramento: 2017 | Tipo: Montadora | Status: Encerrada | elektroskate.co.uk
Inspirada pela compatriota Rocket Science, a Elektro-skate foi fundada por Ben Mercer, na cidade de Manchester, Inglaterra, no ano de 2008, lançando seus primeiros produtos no mesmo período. Comercializou 4 eboards, no período de 9 anos, encerrando suas atividades no setor em 2017.
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Rokit Science

Rokit Science

País: Inglaterra | Fundação: 2007 | Encerramento: 2013 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | rokitscience.co.uk
A Rokit Science foi fundada por Richard Samuel Kahan, na cidade de Londres, Inglaterra, no ano de 2008, lançando seus produtos no mesmo período. Foi uma das pioneiras do setor no país, incentivando e promovento a cultura eboard para o público inglês.

Inovações para o setor:

2007 - Channel System Trucks
2007 - Allterrain System Eboard

Encerrou suas atividades com skateboard elétrico em 2013, comercializando 6 eboards, no período de 6 anos.
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Bibuff

Bibuff

País: China | Fundação: 2021 | Tipo: Importadora | Status: Ativa | bibuffboard.com
Bi vem do prefixo que indica duplicidade, ou duas vezes mais. Já Buff é uma gíria da língua inglesa que determina forte.

A Bibuff parece ser parte de uma estrutura corporativa fechada e, diferentemente de gigantes de capital aberto, a identidade exata dos seus proprietários e fundadores individuais não é divulgada publicamente.

Legalmente, as operações de distribuição e vendas da marca são divididas por entidades comerciais regionais para dar suporte pós-venda, como a divisão focada no mercado norte-americano (Bibuff Sports EUA) e a divisão europeia (Bibuff Bike Europa).

Na China entidade corporativa legalmente registrada responsável pela marca global é a Runjia International Trading Limited, que possui sede em Hong Kong (situada na Delta House, em Sha Tin).

Seu interesse é apenas colocar seu rótulo em produtos pró-exportação e comercializar, mesmo porque foram encontrados eboards com as mesma características de seu portfólio, sendo anunciados sem rótulos em outros e-commerces.

Até o momento foram lançados 5 eboards pela e-brand.
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Lorentz

Lorentz

País: Estados Unidos | Fundação: 2023 | Tipo: Construtora | Status: Ativa | lorentzboards.com
Fundada no dia 23 de março de 2023 no berço histórico do skatebard elétrico California, por skatistas e engenheiros eletricistas de alta performance, a Lorentz surge com a mesma proposta já encabeçada pela Lacroix: construir eboards premium com características exclusivamente voltadas para o mountainboard e bajaboard.

Deste modo, une desempenho brutal de construções artesanais (DIY) com acabamento refinado, protelando segurança e recursos tecnológicos de marcas comerciais já consagradas.

O nome da empresa é uma homenagem ao físico holandês Hendrik Antoon Lorentz, descobridor da “Força de Lorentz”, potência eletromagnética que move os motores elétricos dos eboards.

A principal figura representativa da e-brand é o skatista veterano Chris Lips, como gerente da marca e porta voz público da empresa, vindo da forte comunidade ESK8 de Washington Distrito Central, nos Estados Unidos, também sede oficial da Lorentz.

Como antecipado, é importante lembrar que existe uma parceria técnica com a Backfire, deste modo é possível ver produtos de ambas e-brands utilizando peças desenvolvidas em conjunto.
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Hoyt St.

Hoyt St.

País: Estados Unidos | Fundação: 2018 | Encerramento: 2025 | Tipo: Desenvolvedora | Status: Encerrada | hoytskate.com
Quando falamos de artesanal, alguns poucos ignorantes do nobre conceito, levam esta característica para o lado pejorativo, como algo realizado com pouca precisão, talvez até as pressas e sem muito zelo, mas se enganam.

A sensibilidade é muito mais profunda e sentimental, pois o “artesão” coloca todo o seu talento, alma e coração no artefato. É como dar vida e personalidade própria a algo que antes era apenas um objeto comum indiferente a todos.

Hoyt St. (abreviação de Hoyt Street) é uma homenagem direta à rua onde a empresa nasceu e onde os primeiros protótipos foram criados, localizada na cidade de Portland, Oregon e a história desta conceituada e-brand se resume assim.

Liderada por Jeff Johnson, ex-funcionário aposentado da gigante Nike, começou a praticar surf e buscou um longboard convencional para treinar seu equilíbrio fora do mar.

Dentro de um universo bastante diferente daquele dos materiais abordados pela grife de artigos esportivos, Johnson enxerga uma oportunidade de criar um produto artesanal esteticamente superior, utilizando sobretudo as qualidades especiais do bambu.

O resultado veio em forma de produtos únicos. Os shapes de alta flexibilidade, design, elegância e durabilidade prensados em vapor, e o irreverente controle remoto Puck, foram reverenciados como arte magistral em forma de produtos, marcando para sempre a e-brand na história ESK8.

Mas a Hoyt St. Não parou apenas nestes grandes detalhes, foi além. Desenvolveu um sistema inovador com um sistema de bateria divididos em três módulos compactos, o que em tese, resolveria o problema estabelecido pelas companhias aéreas do limite de potência para poder embarcar na aeronave com o eboard. O modelo permitia desencaixar os módulos sem a necessidade de ferramentas para poder assim transportá-los em mala de mão.

Certamente, o exemplo de desenvolvimento industrial de produtos únicos da boutique de skateboards elétricos Hoyt e de pouquíssimas e-brands que se atrevem a ser diferentes, queira ou não é o que todo rider gostaria de encontrar pela frente. Afinal, nem tudo é apenas preço baixo e a monotonia cansativa do mesmo eboard de sempre apenas diferenciado por um rótulo.
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