Velocidade - 35 km/h
Autonomia - 16 km
Inclinação - 25 %
Motor - 5065 de 1500 Watts
Importante - números médios informados pela e-brand, com possíveis oscilações dependendo da altimetria e peso do rider.
A Evolve não traz muitas novidades para o Stoke a exemplo dos GTR’s, mantendo praticamente intacta sua composição, com uma leve revigorada no design.
O shape permanece o charmoso “old school” que mistificou o produto, contendo em sua estrutura 4 camadas de bambu, além de 2 em fibra de vidro nos seus oitenta e cinco centímetros de comprimento, equipado com o suprassumo “quick tail”, item que dá sentido a proposta deste eboard.
Trucks “supercarver” posicionados totalmente abaixo, que ao mesmo tempo distancia os componentes eletroeletrônicos do solo e redimensiona as características fundamentais de manobra do Stoke: surf divertido com alta performance da vibe skateboard de rua.
No conjunto de rodas, temos a disposição as míticas Orangatang com 85mm de diâmetro nas cores laranja, lilás e azul, respectivamente contendo as durezas 80, 83 e 77a, compostas com “Happy Thane Formula”.
É aqui que era esperado as mesmas mudanças profundas encontradas nos outros modelos desta nova fornada da desenvolvedora australiana.
No entanto, tiveram que manter os aspectos de potência e alimentação, primeiro para não forçar o equipamento e depois não tirar as características fundamentais da sua proposta: poder embarcar nas aeronaves.
Portanto, o conjunto ganha também o robusto controle remoto “Phaze” além da nova controladora de motores com tecnologia “Efoc”, mas mantém o conjunto de 20 células Sony VTC em seu modulo de bateria preservando os 4,2 Amperes com a mesma autonomia de 16 quilômetros.
Certamente isso justifica também a permanência dos motores 5065 de 1500 Watts cada, que no frigir dos ovos, pelo motivo que foi idealizado, serve tranquilamente sua proposta.
Mil setecentos e noventa e nove dólares americanos, e aqui talvez o ponto mais crítico, pois era esperado que, não tendo tantas mudanças no seu aspecto, este eboard pudesse ser um pouco mais acessível economicamente.
A Evolve, em resposta a essa questão, nos justifica afirmando que as transformações internas com a inclusão da nova controladora de motores (ESC) com sistema EFOC, além da proposição no recém lançado controle remoto Phaze, elevaram os custos do produto.
O fato também de utilizar rodas Loaded Orangatang, contribui com o elevado preço, mas com o passar do tempo, verificamos que a Evolve precisou recuar nos valores substancialmente para poder emplacar o produto.
O Evolve Stoke Series 2 foi bem avaliado pelos riders principalmente por sua portabilidade, excelente capacidade de carving (manobras curvas anguladas) e potência, embora alguns atentam para melhorias na autonomia e acertos de transmissão.
O estilo do eboard compacto em forma de “prancha de surfe” com kicktail, foi idealizado para manobras do skateboard raiz ou ainda para auxiliar naquele “último quilômetro” de deslocamento, além de obviamente o lazer urbano.
Tecnicamente o calcanhar de Aquiles do Stoke sempre foi a autonomia, porém, como já antecipado, devido as normas da aviação não há uma fórmula que possa trazer melhorias neste sentido, pois aumentar a carga significa alterar o máximo suportado exigido pelas companhias aéras. O ideal seria ter outros módulos de bateria, a exemplo como faz a Boosted, para poder então usufruir de percursos longos.
No entando, é bom lembrar que eboards dessa natureza, não entregam conforto de condução para rolês longos e o Stoke não foi desenhado para esta proposta.
Evolve iniciou suas operações no ano de 2010 e continua produzindo até hoje. O endereço eletrônico da empresa é https://rideevolve.com.