Velocidade - 39 km/h
Autonomia - 29 km
Inclinação - 25 %
Motor - 7065 de 450 watts
Importante - números médios informados pela e-brand, com possíveis oscilações dependendo da altimetria e peso do rider.
Embora a entrega seja muito semelhante aos eboards da mesma faixa e proposta que brigam por este nicho de mercado, a Team Gee aposta na diferenciação do seu desenho.
E de fato o shape representa muito bem o H20 Mini, elaborado em 7 camadas de maple canadense, esbanjando elegância e ótima combinação de cores nos seus quase 79 centímetros de comprimento.
Não há diferenciação nas rodas de noventa milímetros, que segue o mesmo perfil dos outros modelos com dureza 85A.
Poderíamos dizer que a construtora de Shenzhen recuou ao aderir as mesmas características de configuração de suas compatriotas chinesas, no entanto se diferenciaram pelo design.
Internamente, o módulo de bateria do Mini é composto em 10 séries de 3 paralelas cada, entregando incríveis 7,5 ampares e consideráveis 270 watts hora. O resultado disso é algo em torno de 29 quilômetros de autonomia.
Munido de dois motores embutidos de 450 watts de pico cada um, pode avançar por volta dos 39 quilômetros por hora e atingir 25% de inclinação, dependendo do percurso e peso do rider.
Circulando na média dos seus concorrentes, o H20 Mini é comercializado ao custo de quatrocentos e noventa e nove dólares americanos e dependendo da configuração interna dos seus compatriotas que atuam na mesma faixa, pode levar ligeira vantagem.
Apesar de compacto, os riders que adquiriram o Team Gee H20 Mini elogiam a estabilidade e grande manobrabilidade do eboard, especialmente por disponibilizar o kicktail, porém a rigidez do shape e as rodas com motor embutido, proporcionam mais vibrações em estradas irregulares.
Os dois motores de cubo de 450 w (900 watts no total) proporcionam aceleração interessante, atingindo frequentemente os 38 km/h (24 mph) anunciados.
Outro item a se destacar pelo seu tamanho e peso é a versatilidade do transporte e acomodação.
No entanto, devido a serem controlados pela ESC Ling Yi, os motores desprovidos de sensores, podem “projetar um solavanco” ao acelerar, partindo da imobilidade total. Isso é atenuado com um impulso inicial com o pé.
Segundo sempre os consumidores do produto, a troca da bateria é considerada uma falha grave de projeto, pois exige a remoção da fita adesiva da empunhadura para acessar os parafusos.
No que diz respeito ao atendimento e suporte, riders aconselham cautela ao adquirir a marca, pois nem sempre apresentam condições adequadas para atender seus clientes, seja nas questões técnicas, bem como aquelas relacionadas a garantia do produto.