Velocidade - 26 km/h
Autonomia - 10 km
Inclinação - 12 %
Motor - 5055 de 1000 watts
Importante - números médios informados pela e-brand, com possíveis oscilações dependendo da altimetria e peso do rider.
Visto que emplacou muito pouco a sugestão deste modelo na versão embutida (hub), face a trágica performance auferida, a Atom transfere a responsabilidade para a magia da correia, e o resultado surpreende.
No entanto, a proposta retrô do shape recebe cuidados especiais. A estruturação e a coloração em madeira envelhecida surreal, continuam as mesmas, porém seu comprimento aumenta para quase 75cm, ganhando alça para transporte frontal. Não curto muito esta ideia da perfuração, mas tenho que admitir que de todas as ideias sugeridas, essa foi a mais interessante, pois não compromete tail nem laterais, onde o pé está mais concentrado.
As rodas em 80 milímetros com a confortável dureza 78A, contemplam o old school, e a coloração em preto destaca a combinação de todo o conjunto.
O acabamento do B10 recebe a mesma atenção criteriosa dos irmãos Lee, inclusive no controle remoto, melhor ergonômico, apresentável e usual, seguindo a tendência do mercado.
O conjunto eletroeletrônico tem uma mudança apenas no tipo de célula utilizada, a Samsung 25R de 2500mAh. As 10 séries com uma paralela proporcionam então noventa watts hora, elevando a autonomia para aproximadamente 10 km.
O motor tracionado a correia 5055 tem mil watts, e pode alcançar por volta de 26 quilômetros por hora, quase triplicando o alcance em inclinações comparado ao H4 como motor hub.
Se a performance praticamente dobra nesta versão com ares direcionados para o skateboard de rua, seu preço não fica diferente.
O Atom B10 sai pelo custo de quatrocentos e quatorze dólares, e neste caso sou sincero em afirmar que fica interessante, embora sempre afirmo que mono motor força bastante o equipamento comprometendo a longevidade do eboard.
As avaliações encontradas dos riders usuários do Atom B10 geralmente destacam o custo como uma opção acessível, potente e compacta, adequada para quem usa o skate para auxiliar ao segundo transporte e para os iniciantes.
No entanto, a crítica mais pontual refere-se a durabilidade, como já reportado, se utilizado continuamente. Portanto se é o caso de utilizações mais frequentes, o eboard não irá suprir a necessidade.